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terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Análise política.


Ao longo dos últimos anos ouvimos, continuamente, analistas que, sobre tudo, opinam: jornalistas, politólogos, especialistas...
Toda esta panóplia, liberta-me de complexos opinativos...

Vou soltar o meu lado coscuvilheiro, maldizente e indocumentado sobre quase tudo para entreter os meus leitores.


Primeira questão

Que qualidade intelectual têm os eleitores de Trump e que perfil social, psicológico e profissional apresentam seus capatazes?

Não será a primeira vez na História que cortesãos aplaudem um louco. 
Em Portugal, D. Afonso VI (1643-1683), era o "Rei dos Rufias"...

Espero que não seja a última, sinal que sobreviveremos a um sociopata comandando o exército mais poderoso do mundo actual.

Difícil será, talvez, entender os espartilhos intelectuais que a ambição e desvergonha empurram, ao apoiar e defender uma óbvia loucura no poder.

Será, talvez a tentação, mas que mecanismos, que lógica, interesses, ideais ou futuro, poderão justificar proteção submissa à loucura?

Esta, uma das fraquezas da Democracia: 
Governos não eleitos pelo povo mas, nomeados. No caso, por um sociopata...


Segunda questão:

Incompreensível a justiça portuguesa, ou cúmplice da direita ressabiada?

Todos percebemos o ridículo das fugas do segredo de justiça para os media.

Todos sabemos que devido a um parágrafo da autoria de uma PGR implicando um PM, dois anos depois ainda inexplicado, caiu uma maioria absoluta, um governo e foram provocadas eleições legislativas.

Todos percebemos a conveniente fragilidade e fluidez das, nunca antes vistas, "averiguações preventivas" a políticos de primeiro plano...

Porém não é disto que, principalmente, pretendo falar...
Quero ser advogado dos mortos!
Daqueles que, sendo vítimas absolutas, já não podem falar.

A pena máxima no código penal português são 25 anos de cadeia.
O mesmo, se matar 1 ou 20 pessoas. 

Diz a minha lógica de justiça que quem mata, deve responder pelos anos de vida - face à média - que impediu outros de viver, e pelo valor financeiro que subtraiu à família dos assassinados.

Por cada vida ceifada!

Como está, o crime compensará e largamente. À justiça pede-se que seja justa. Não complacente nem egoisticamente preventiva.

E, aqui, não se trata ser de direita ou esquerda. 
É apenas tornar o crime menos compensador para quem o pratica e para quem dele vive!


Terceira questão:

Pagar para educar emigrantes?

O povo português paga, através de uma fatia dos seus impostos, custos na formação superior pública: Edifícios, instalações, equipamentos, professores, técnicos, administrativos, manutenções...

Tal investimento  - como qualquer outro - só se justifica se houver retorno.

Acontece porém, que qualquer jovem após terminar o seu curso superior fica livre para exercer actividade no estrangeiro, regra geral, em países com vencimentos superiores para as mesmas funções.
E onde fica o retorno para o povo português?
Com certeza que não haverá qualquer médico britânico exercendo em Portugal...

Assim é mais do que tempo para, quem quer exercer fora do país compensar financeiramente os portugueses por aquilo que investiram nesse jovem, em moldes a acordar.


English:

Over the past few years, we've continuously heard analysts opining on everything: journalists, political scientists, experts...

This whole range frees me from complex opinion-based views...

I'm going to unleash my gossipy, malicious, and undocumented side on almost everything to entertain my readers.

First question:

What intellectual quality do Trump's voters possess, and what social, psychological, and professional profile do their henchmen present?

It won't be the first time in history that courtiers applaud a madman.

I hope it won't be the last, a sign that we will survive a sociopath commanding the most powerful army in the world today.

It will be difficult, perhaps, to understand the intellectual constraints that ambition and shamelessness impose, supporting and defending obvious madness in power.

It may be the temptation, but what mechanisms, what logic, interests, ideals, future, could justify submissive protection of madness?

Second question:

The, to me, incomprehensible Portuguese justice system.

We all understand the ridiculousness of leaks of confidential information to the media.

We all know that due to a paragraph written by a Public Prosecutor, two years later, still unexplained, an absolute majority fell, a government was brought down, and legislative elections were triggered.

We all know the fragility and fluidity of the unprecedented "preventive investigations" into high-profile politicians.

However, this is not what I intend to talk about.

I want to be the lawyer for the dead!

For those who, being absolut victims, cannot speak.

The maximum penalty in the Portuguese penal code is 25 years in prison.

The same, whether you kill 1 or 20 people.

My logic dictates that whoever kills should be held accountable for the years of life – compared to the average – that they prevented and for the financial value they subtracted from the families of the murdered.

For each life they took!

Otherwise, crime will pay, and in large part. 


Third question:

The Portuguese people pay, through a portion of their taxes, for the costs of public higher education: buildings, facilities, equipment, professors, technicians, administrative staff...

Such investment – ​​like any other – is only justified if there is a return.

However, any young person, after finishing their higher education, is free to work abroad, generally in countries with higher salaries for the same functions.

And where is the return for the Portuguese people?

Certainly, there will be no British doctors practicing in Portugal...

Therefore, it is more than time for those who want to practice abroad, to financially compensate the Portuguese people for what they invested in that young person, in a manner to be agreed upon.










quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Uma imensa vergonha!

Todo o texto abaixo é, evidentemente, falso:

Um idoso, que em Fevereiro de 2025 ultrapassou a idade máxima legal para qualquer funcionário prestar serviços na FP, teve a audácia de afirmar aos media não prever data para conclusão da "difícil" investigação preventiva à empresa familiar dos filhos, (oferecida pelo papá) da famiglia Montenegro...

Digam lá se não dá jeito ter amigos...:

De facto, nunca considerei que um  elemento aparentemente normal, sempre sorridente e com discurso democrático, pudesse ocultar um ambicioso com poucos escrúpulos, capaz de ostensivamente subverter, facilitar, manipular e, muito provavelmente, fazer fortuna, contrariando o claramente estipulado na 

Lei lei 52/2019, de 31/07 
que estabelece:

"Nenhum membro do governo, ascendentes, descendentes ou colaterais até ao 2º grau, detenham participações empresariais que ultrapassem 10%".

Para quem não saiba, filhos são 1° grau e, no caso, detêm 100% da Spinunviva!

Como se pode ignorar esta lei e afirmar sem pudor aos media que uma "investigação preventiva*" sobre o assunto não tem prazo para terminar?!
*(prevenir o quê, para quê?)

Brincamos? 

Este, um escândalo digno de uma trumpada em Portugal, descarado, impune, lançando fumo de cobertura por quem deveria ser exemplar e assegurar a lei neste país...

Hoje, após quase 2 anos de "investigação" o caso foi arquivado!
Somos incultos, parvos mas convencidos. A qualquer falso promitente na oposição, que garantisse um SNS diferente em 60 dias, que aconteceria?  Qualquer desafiador frontal da lei - desde que nomeie um jeitoso como seu auditor - tem o futuro garantido.
Portugal está em boas mãos 
😤.
Pois!

Um povo que não se respeita, tem o que merece!

Se o dito magistrado idoso quiser ser interrogado publicamente num polígrafo digital com perguntas inerentes ao assunto, estou disposto a responder, nas mesmas condições, a qualquer questão sobre toda a minha vida presente e passada!

Quem jura a Constituição não pode afrontar deliberadamente as leis que dela decorrem. 

Isso será trair o juramento e merece demissão imediata!







sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

Justiça?



Os 4 pilares típicos de qualquer sistema democrático são: Chefe de estado, governo, parlamento e tribunais.

Em Democracia, TODOS estes órgãos estão, ou deveriam estar, sujeitos ao voto popular directo.

Na Constituição da República Portuguesa (CRP) apenas 50% o são: 
Chefe de estado e parlamento.

Os outros dois são de nomeação:

- O governo, nomeado individualmente pelo PR sob proposta do primeiro-ministro.
- Os tribunais, cujo órgão de cúpula STJ, é nomeado através de um conclave composto por: Pr. do STJ e 16 vogais, 2 nomeados pelo PR, 7 pelo parlamento, 7 por juízes.

Como é que os tribunais podem ser independentes do PR e do parlamento?

Como é respeitado o artigo 111° - 1 da CRP que estipula: "Os órgãos de soberania devem observar a separação e a interdependência estabelecidas na CRP".

Interdependência? 
Então um órgão de soberania não é soberano? 
É dependente de outro? 

Porque lhe chamam então órgão de soberania se é dependente de outro logo na nomeação de dirigentes ?

E onde estão os representantes dos tribunais e do governo nos órgãos de soberania PR e AR, para assegurar equivalente interdependência?

O governo e os tribunais são órgãos ditos de soberania, de 2ª classe, perfeitamente influenciados pelos interesses pessoais e de grupo de quem compõe os outros dois, claramente anti-democráticos ao afastarem o eleitorado da decisão sobre QUEM deve ocupar todos os órgãos da soberania democrática e que, actualmente, certamente por designações tão convenientes como dependentes, prestam péssimo desempenho funcional.

O número 1 do artigo 202° da CRP diz: 
"Os tribunais são os órgãos de soberania com competência para administrar a justiça em nome do povo."

Em nome do povo?
Sem o voto secreto, directo e periódico do povo?

Diz o artigo 113° da CRP: " O sufrágio directo, secreto e periódico constitui a regra geral de designação dos titulares dos órgãos electivos de soberania, ..."

Regra geral? 
Porque não obrigatória em TODOS os órgãos de soberania DEMOCRÁTICA?
Quem teme, limitando, a decisão popular?

São visíveis a subserviência ao PM e a incapacidade prática de ministros bem como, a hiper-lentidão da justiça.

Será por serem eleitos em listas que os deputados não querem rever a CRP? 
Receio de o PM os excluir da próxima lista?
A carreira de deputado, está acima dos interesses do eleitor?



English

The problem is common to democracies.

The four typical pillars of any democratic system are: Head of State, Government, Parliament, and independent courts.

As democracies, these bodies are, or should be, subject to direct popular vote.

In the Portuguese Constitution (CRP), only 50% are: Head of State and Parliament.

The other two are appointed:

- The Government, appointed individually by the Prime Minister.

- The Courts, whose highest body, the Supreme Court of Justice (STJ), is appointed through a conclave composed of the President of the STJ and 16 members: 2 appointed by the President, 7 by Parliament, and 7 by judges.

These two systems, clearly undemocratic, excluding the electorate from the decision on WHO should occupy the organs of democratic sovereignty, are at the root of the poor functioning of these bodies.

Article 202, paragraph 1 of the CRP states:

"The courts are the organs of sovereignty with competence to administer justice in the name of the people." In the name of the people?

Without the secret, direct, and periodic vote of the people?

Article 113 of the Constitution states: "Direct, secret, and periodic suffrage constitutes the general rule for the designation of the holders of elective organs of sovereignty..."

General rule?

Why isn't it mandatory in ALL organs of DEMOCRATIC sovereignty?

Who fears, limiting, the popular decision?

The subservience to the Prime Minister and the practical incapacity of ministers, as well as the extreme slowness of the justice system, are visible.

Is it because they are elected by lists that the deputies don't want to revise the Constitution?

Afraid the Prime Minister will exclude them from the next list?






segunda-feira, 30 de junho de 2025

Polígrafo.


Quem me conhece, de há muito, sabe que desde sempre, defendo a utilização do polígrafo (agora digital, sem interferência humana) como auxiliar importante dos processos judiciais.  

Porquê? 

Porque o polígrafo é, de há muito, reconhecido pela justiça nos EUA.
Se os judiciários americanos reconhecem a sua utilidade, qual a argumentação dos homólogos portugueses para o não fazerem?

Porque será que figuras famosas nacionais julgadas por crimes e gritando a sua inocência, nunca solicitam o polígrafo como pilar para confirmação da mesma?
Porque aceitam processos morosos e dispendiosos, para eles e para os cidadãos nacionais, arrastando-os durante décadas?

Duarte Lima, José Sócrates, Ricardo Salgado... afirmando-se inocentes, porque não reclamam ser ouvidos por um polígrafo? 
A opinião pública já os condenou...! 
O que têm a temer?

Porquê não recorrer a um polígrafo para sustentar a sua inocência, particularmente por equipamentos internacionalmente certificados, baseados em dados reconhecidos pela ciência médica?

Acaso acreditam mais nas prováveis prescrições dos processos onde estão envolvidos ou na capacidade de advogados muito bem pagos - que, até  defenderem pessoas de descaradas fortunas foram considerados, por mim, respeitáveis - adiarem sistematicamente julgamentos ou em interpretações mirabolantes de juízes que os inocentem?

Convém pensar que no caso Duarte Lima, sem offshore, sem engenharias financeiras, sem cúmplices indicados, com provas físicas que fizeram a justiça brasileira indiciá-lo como único possível culpado, que defesa será possível esboçar para negar a quase total evidência do crime cometido?


"Pisar" tanto?  NÃO!









segunda-feira, 14 de abril de 2025

Parabéns!

Apenas após alguns meses de processo, a "justiça" portuguesa foi, pela primeira vez rapidíssima a concluir sobre a transparência financeira do candidato Mnegro.

Ou a "justiça" recebeu um Ferrari e na próxima semana regressa ao Fiat 600 ou, irá - finalmente - acabar a "extrema complexidade" do crime financeiro e passaremos a ter conclusões em meses em vez de, muitos, anos.

Claro que ninguém sabe, nem o Correio da Manha, quais foram as questões adicionais que o MP colocou a Mnegro.
Aqui também outra inovação...

Espero que tenham sido muito exigentes... e o Luís, também com a benção Aníbal, volte a "trabalhar"...


Onde se vive melhor...

... este é o critério  único  que, em minha opinião, deve servir para comparar os sistemas políticos vigentes - há mais de vinte anos - en...