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terça-feira, 21 de outubro de 2025

Um, entre demasiados.


Acabo de saber do estado grave em que José Manuel Anes se encontra.
De acordo com as suspeitas, terá sido a sua filha, a autora deste brutal ataque. 

Talvez nada disesse aqui se, já hoje, uma referência televisiva não informasse que no últimos três anos, cerca de 2800 pais não se dirigissem à APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima) a pedirem apoio por terem sido vítimas de violência por parte dos filhos. 

Média: de 2,6/dia!

Estes pais, os que têm coragem para fazê-lo.
Acredito que muitos mais o não farão, por vergonha ou por medo de represálias.

Pergunto: 

Qual a fatia do Orçamento de Estado que é destinada a apoiar vítimas e, particularmente, estas vítimas?

Qual a prioridade que estas situações merecem na distribuição do dinheiro dos impostos?

A distribuição de apoios, em dinheiro dos impostos, a situações de interesse discutível, sobrepor-se-á às de interesse socialmente indiscutível?

English:

I just learned of the serious condition José Manuel Anes is in.

According to suspicions, his daughter was the perpetrator of this brutal attack.

Perhaps I wouldn't say anything here if, today, a television report hadn't reported that in the last three years, approximately 2,800 parents haven't contacted APAV (Portuguese Association for Victim Support) for support after being victims of violence by their children.

Average: 2.6 per day!

These parents, the ones who have the courage to do so.

I believe many more won't, out of shame or fear of reprisals.

I ask:

What portion of the State Budget is allocated to supporting victims, and particularly these victims?

What priority do these situations deserve in the distribution of tax euros?

Will the distribution of support, in tax money, to situations of questionable interest override those of socially indisputable interest?




quarta-feira, 17 de setembro de 2025

E você?


É normal, um pouco por todo o lado, ouvir criticar políticos.

A questão que proponho é: 
"Você o que faria, para melhor, em alternativa?"

Quase invariavelmente, quem critica não tem noção enquadradora ou circunstancial do problema, nem tem qualquer proposta alternativa válida, não consegue avaliar custos, enquadramentos internacionais financeiros ou consequências do que afirma.

Porém, não se inibe de falar:
À família, amigos, emprego... na secreta esperança de ser admirado.

A necessidade que qualquer um exibe em se afirmar gratuitamente, parece ser mais um incontrolável impulso da humanidade.

Esperemos que a Inteligência Artificial sustente essas vítimas de narcísicos assomos.



English:

​Criticizing politicians and leaders is a common pastime just about everywhere you go.

​But here’s the question I want to ask: "What would you do instead to improve the situation?"

​Almost without fail, the critics have no real understanding of the problem's context or circumstances. They lack any valid alternative proposals, can't assess the costs, the international financial implications, or the consequences of their suggestions.

​Still, that doesn't stop them from speaking their mind to family, friends, or coworkers. It seems the need for some people to gratuitously voice their opinions is an uncontrollable impulse.

​Hopefully, Artificial Intelligence can help these individuals who, in fact, are victims of chronic and self-serving media cycles.




Onde se vive melhor...

... este é o critério  único  que, em minha opinião, deve servir para comparar os sistemas políticos vigentes - há mais de vinte anos - en...