Mostrar mensagens com a etiqueta peace. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta peace. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 25 de novembro de 2025

Paz sem Honra nem Dignidade?


Qual a Honra para quem deu a vida?


Uma Ucrânia violada, desmembrada, massacrada por ordem de um megalómeno assassino - 1,5 milhões de homens em armas e vários assassinatos isolados desde envenenamentos a defenestrações - 
que sacrifica o seu e povos próximos para alimentar a sua ambição imperial, perante o desprezo de quase todo o mundo excepto o de um sociopata, que 72 dos 350 milhões de americanos elegeram para os servir,  mas que este aproveita para subjugar o planeta?

Paz sob chantagens da ambição e da loucura, sem Honra nem Dignidade?

Paz sem referendo a um povo agredido que viu centenas de milhar dos seus filhos dizimados por um louco, que sairá vencedor?

Paz sem referendar outro povo que viu um milhão dos seus membros perecer, ao tentarem dar realismo ao devaneio de grandiosidade de um assassino? 

A indignidade passará a reinar o planeta. O mundo, humano e respeitável que se tentou construir, desabou.

Perante o ajoelhar da decência a iniquidade, a loucura, o assassinato, passam a ser as características a privilegiar em futuros líderes.


English

What honor is there for those who gave their lives?


A Ukraine raped, dismembered, massacred on the orders of a megalomaniacal assassin – 1.5 million men under arms and numerous isolated assassinations ranging from poisoning to defenestrations –

who sacrifices his own people and neighboring populations to feed his imperial ambition, amidst the contempt of almost the entire world except for that of a sociopath, whom 72 out of 350 million Americans elected to serve them, but whom he uses to subjugate the planet?

Peace under the blackmail of ambition and madness, without honor or dignity?

Peace without a referendum for an assaulted people who saw hundreds of thousands of their children decimated by a madman, who will emerge victorious?

Peace without a referendum for another people who saw a million of their members perish while trying to give realism to the grandiose delusions of an assassin?

Indignity will reign over the planet. The humane and respectable world that was attempted to be built has collapsed.

Faced with the bowing down of decency, iniquity, madness, and murder become the privileged characteristics of future leaders.









sexta-feira, 17 de outubro de 2025

Este, já não é o meu mundo...!


"Este, já não é o meu mundo!"

​Esta frase ecoa em mim hoje, tal como a ouvi ao meu avô por volta de 1980. Naquela época, as realidades que nos envolviam — o surgimento dos computadores pessoais, o crescimento dos voos comerciais turísticos ou a criação dos primeiros fundos comunitários — eram um mundo novo e irreconhecível para ele.

​Hoje, 45 anos depois, sinto o mesmo profundo estranhamento.

​Tenho um completo descrédito nas minhas projeções de um futuro melhor, onde a honra, a transparência e a solidariedade dominariam a humanidade. 

Em vez disso, assisto à mais impensável inversão desses valores:

  • Filhos que abandonam pais doentes em hospitais.
  • Políticos que enfrentam ostensivamente a lei e são, de forma revoltante, reeleitos.
  • Manifestantes que exigem direitos sociais, mas pouco ou nada contribuíram para a sociedade que os sustenta.

​A Paz que sempre vivi na Europa está, como nunca, ameaçada. Esta ameaça não vem apenas de tiranos agressivos, mas também da cumplicidade clara de certos governantes europeus e do outro lado do Atlântico bem como, da cobardia daqueles que não sendo cúmplices, se calam por estratégia eleitoral interna.

​Hoje, compreendo as palavras do meu avô como nunca antes. 

E, como nunca antes, temo pelo futuro do Ocidente.



English

"This is no longer my world!"

This phrase resonates with me today, as I heard it from my grandfather around 1980. At that time, the realities surrounding us—the emergence of personal computers, the growth of commercial tourist flights, and the creation of the first community funds—were a new and unrecognizable world for him.

Today, 45 years later, I feel the same profound estrangement.

I completely disbelieve my projections of a better future, where honor, transparency, and solidarity would dominate humanity.

Instead, I witness the most unthinkable inversion of these values:

Children who abandon sick parents in hospitals.

Politicians who openly defy the law and are, disgustingly, reelected.

Protesters who demand social rights but contribute little or nothing to the society that sustains them.

The peace I have always experienced in Europe is, as never before, under threat. This threat comes not only from aggressive tyrants, but also from the clear complicity of certain European and international leaders, and from the cowardice of those who, not being complicit, remain silent as a domestic electoral strategy.


Today, I understand my grandfather's words, as never before.

And, as never before, I fear for the future of Europe.



Onde se vive melhor...

... este é o critério  único  que, em minha opinião, deve servir para comparar os sistemas políticos vigentes - há mais de vinte anos - en...