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terça-feira, 27 de janeiro de 2026

As Heranças


Desde o início dos tempos, todos os pais pretendem deixar a seus filhos bens, no intuito destes ficarem mais protegidos no futuro.

Os pais vivem ou viveram os encantos e ternura das crianças que trouxeram ao mundo neles vendo sempre as criaturas deliciosas com quem partilharam a melhor parte das suas vidas.

Porém as crianças crescem!

E aqueles seres adoráveis, indefesos e obedientes, são naturalmente transformados em jovens rebeldes, convencidos e distantes, em nada reconhecidos aos progenitores.

Os jovens têm os seus amigos, os seus gostos, as suas paixões, as suas ambições... onde os pais - a família - não consta.
Os "velhos" serão apenas abonos para financiar esses novos interesses.

É a natureza. 
O humano não pode ser culpabilizável.

Se há muito dinheiro em jogo, o jovem sente que pode ser ainda mais diletante, menos empenhado, mais aventureiro. 
Se correr mal para ele há, como sempre houve, apoio familiar.

Um presente fácil, compromete o futuro do jovem, o seu carácter, a sua determinação, a sua capacidade de afirmação.
Se, pela lei natural da vida, herdar bastantes valores, teremos mais um bon-vivant gozando muito mas, produzindo pouco, enquanto se propala como um nobre da "nova realeza".

Aos pais e governantes chamo a atenção para estes factos - cada dia mais óbvios - com consequências graves para o futuro dos filhos e respectivos povos.

Em minha opinião nenhum herdeiro deveria receber quantia superior a €1.000.000 (um milhão de euros). 

O restante seria entregue à gestão do estado com destino obrigatório a obras sociais públicas com reconhecida capacidade para apoiar crianças sem família ou com doenças graves devendo obrigatoriamente publicar os seus orçamentos e relatórios de contas anuais, facilmente acessíveis na internet.

A submissão humilhante a que um sociopata submete hoje o mundo é  resultado de uma herança fabulosa lhe ter sido entregue.

A Democracia ao permitir que gente poderosa fuja aos impostos dos mais diferentes modos, com destaque para os offshore financeiros, tem este "retorno" fascista!








English

From the beginning of time, all parents intend to leave their children possessions, so that they will be better protected in the future.

Parents live or have lived the charms and tenderness of the children they brought into the world and always see in them the delightful creatures with whom they shared the best part of their lives.

However, children grow up!

And those adorable, defenseless, and obedient beings are naturally transformed into rebellious, self-assured, and distant young people, in no way acknowledging their parents.

Young people have their friends, their tastes, their passions, their ambitions... where parents – the family – are absent.

The "old folks" will only be used to finance these new interests.

It's nature.

Humans cannot be blamed.

However, if there is a lot of money at stake, the young person feels they can be more dilettante, less committed, more adventurous.

If things go wrong for them, there is, as there always has been, family support.

 An easy gift compromises the young person's future, their character, their determination, their ability to assert themselves.

If, by the natural law of life, they inherit enough values, we will have yet another bon vivant enjoying themselves immensely but producing little, while proclaiming themselves a nobleman of the "new royalty."

I call the attention of parents and rulers to these facts—becoming more obvious every day—with serious consequences for the future of their children and their respective peoples.

In my opinion, no heir should receive more than €1,000,000 (one million euros).

The remainder should be given to the state to manage public social programs with a recognized capacity in supporting children without families or with serious illnesses, and with budgets and annual financial reports made easily available online.











terça-feira, 15 de março de 2022

Os DsDT (Donos Disto Tudo).

 

Quem culpa os políticos de oportunismo, corrupção, compadrio, que epítetos reservará para os herdeiros de colossais fortunas acumuladas ao longo de séculos e que sempre detiveram o poder financeiro?

Receio que os considerem apenas pessoas de bem. Bem nascidas, bem protegidas, melhor inseridas.

Não consideram compadrio que fortunas colossais transitem incólumes de pais para filhos de geração em geração.

Tão pouco se incomodam com a facilidade com que colocam fortunas em paraísos fiscais. 

Nem se revoltam quando verdadeiras toupeiras da finança escavam o estado, ao arrepio de descaradas omissões legais, para ocuparem postos-chave facilitadoras de interesses, manterem seus privilégios ou os subsidiarem com sangria de impostos.

E tudo isto porquê?

Porque o estado é um constante alvo dos media. Mas os interesses privados, por mais escandalosos que possam parecer, nunca são do interesse sistemático dos media, a menos que sejam casos de polícia. 

Políticos da esquerda à direita, parecem vergar-se ao dinheiro e as suas cúpulas, não raramente, são cúmplices de obscuros interesses das famílias financeiras. Ligados aos grandes escândalos financeiros ocorridos em Portugal nos últimos 20 anos, estão ligados governantes de todas as áreas do poder político.

Mas, conforme https://www.youtube.com/watch?v=OuzxncV9l3M a teia é imensa, mantém privilégios ancestrais e aparentemente NADA é feito para a mutilar...


(Para ver o vídeo coloque o cursor sobre o link e faça click).



Onde se vive melhor...

... este é o critério  único  que, em minha opinião, deve servir para comparar os sistemas políticos vigentes - há mais de vinte anos - en...