A História diz-nos:
Democracia é o veículo que melhor transporta valores, instituições, esperanças, de geração para geração.
Ditaduras só entendem violência, estagnação, domínio de homens tão fortes na aparência como limitados de inteligência porém, faustosos na ganância.
Violência, como resposta à violência ditatorial sobre direitos humanos, internacionais e para convivência pacífica, justifica-se.
A Europa, ao educar as suas populações, esqueceu as Ditaduras, as quais em nome da sua sobrevivência, dogmatizam e estigmatizam culturas, demonizam vizinhos e justificam, como disfarce da sua incapacidade gestora, guerras em nome da História ou de ódios religiosos.
A palavra "mudança", em Democracia, não pode ser irracionalidade justificadora.
Mudar mas,
PARA ONDE?
QUAIS OS NOVOS OBJECTIVOS? QUEM OS FINANCIA?
QUANTO CUSTAM e
DURANTE QUANTO TEMPO VÃO DURAR ?
Estas questões merecem respostas sólidas, verdadeiramente independentes, em termos financeiros suportadas por especialistas credíveis, preferencialmente independentes dos proponentes em disputa eleitoral como sejam, diferentes em nacionalidade e sem conflitualidade de interesses conhecida.
Sem estes cuidados, acusar o mau estar político por erros democráticos e votar emotivamente em qualquer "lobo disfarçado de cordeiro", só poderá implicar retrocesso na evolução histórica de um povo que tal decida.