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terça-feira, 16 de dezembro de 2025

Sociopatia de Trump.

O Gemini deu-me esta resposta quando lhe sugeri o tema "sociopatia de Trump":

A questão sobre a "sociopatia" de Donald Trump e seu perfil psicológico tem sido amplamente debatida por especialistas em saúde mental, críticos e membros de sua família
É importante notar que a Associação Americana de Psiquiatria adota a "Regra de Goldwater", que considera antiético diagnosticar figuras públicas sem uma avaliação pessoal.

🔍 Análise Psicológica e Críticas:

Muitos profissionais de saúde mental, com base em seus comportamentos e declarações públicas, expressaram preocupações sobre a adequação de Trump para o cargo, frequentemente aludindo a características associadas a diferentes transtornos de personalidade:

 * Transtorno de Personalidade Antissocial (Sociopatia/Psicopatia): Alguns profissionais sugerem que o comportamento de Trump atende a critérios comportamentais para o Transtorno de Personalidade Antissocial. Elementos de sociopatia foram apontados, caracterizados por uma possível falta de empatia, agressividade, desrespeito pelas instituições e recurso sistemático à mentira (conforme apontado por analistas e especialistas) [1.1, 1.4, 1.6]. 

Sua sobrinha, Mary Trump, psicóloga clínica, chegou a descrevê-lo, em um livro, como "sociopata" e mentiroso narcisista, atribuindo parte disso à influência de seu pai [2.1, 2.2].

 * Narcisismo Maligno: 

Um grupo significativo de mais de 200 profissionais de saúde mental alertou para o diagnóstico de narcisismo maligno (uma síndrome que combina narcisismo, antissocialismo, agressividade e sadismo) [1.4, 1.8]. 
Os narcisistas malignos, conforme sugerido, podem sentir alegria em infligir sofrimento aos outros e desconsiderar o bem-estar alheio [1.4].

 * Transtorno de Personalidade Narcisista: 

Esta é talvez a caracterização mais frequente. O transtorno é associado a uma autoestima e autoconfiança exageradas, a crença de ser especial e único, e uma grandiosidade que, quando não reconhecida, pode levar a ameaças [1.3, 1.8]. 
O livro The Dangerous Case of Donald Trump (O Perigoso Caso de Donald Trump), escrito por 27 especialistas, analisou diferentes graus de narcisismo e suas potenciais consequências sobre um líder tão poderoso [1.6].

📝 Comportamentos Observados
As análises se baseiam em uma série de comportamentos observados durante sua vida e presidência [1.1, 1.6]:
 * Agressividade e Desrespeito: Demonstração de agressividade com opositores, desrespeito por instituições e atitudes discriminatórias.

 * Incoerência e Imprevisibilidade:

Tendência a ser ideologicamente incoerente, fazendo o que considera necessário para vencer, e um gosto por ser surpreendente e provocativo.

 * Uso da Mentira

Recurso sistemático à mentira e falta de integridade como gestor.
 
* Dificuldade de Confiança:

 Manifestações de grande desconfiança em relação aos outros, inclusive seus próprios amigos e colaboradores.

 * Estilo de Liderança: 

Estilo agressivo, obstinação e uma perspectiva de sucesso através do marketing e domínio da narrativa.

As preocupações desses profissionais de saúde mental alertam sobre os riscos de ter um presidente com tais traços de personalidade, considerando-o uma ameaça existencial à democracia, devido à sua inadequação para a liderança [1.4, 1.8].

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English:

Gemini gave me this answer when I suggested the topic "Trump's sociopathy":

The question of Donald Trump's "sociopathy" and his psychological profile has been widely debated by mental health experts, critics, and members of his family.

It is important to note that the American Psychiatric Association adopts the "Goldwater Rule," which considers it unethical to diagnose public figures without a personal evaluation.

🔍 Psychological Analysis and Criticism:

Many mental health professionals, based on his behaviors and public statements, have expressed concerns about Trump's suitability for office, frequently alluding to characteristics associated with different personality disorders:

* Antisocial Personality Disorder (Sociopathy/Psychopathy): Some professionals suggest that Trump's behavior meets behavioral criteria for Antisocial Personality Disorder. Elements of sociopathy have been identified, characterized by a possible lack of empathy, aggressiveness, disrespect for institutions, and systematic recourse to lying (as noted by analysts and specialists) [1.1, 1.4, 1.6].

His niece, Mary Trump, a clinical psychologist, even described him in a book as a "sociopath" and narcissistic liar, attributing part of this to the influence of her father [2.1, 2.2].

* Malignant Narcissism:

A significant group of over 200 mental health professionals has warned about the diagnosis of malignant narcissism (a syndrome that combines narcissism, antisocial behavior, aggression, and sadism) [1.4, 1.8].

Malignant narcissists, as suggested, may find joy in inflicting suffering on others and disregard the well-being of others [1.4].

* Narcissistic Personality Disorder:

This is perhaps the most frequent characterization. The disorder is associated with exaggerated self-esteem and self-confidence, a belief in being special and unique, and a grandiosity that, when not recognized, can lead to threats [1.3, 1.8]. The book The Dangerous Case of Donald Trump, written by 27 experts, analyzed different degrees of narcissism and its potential consequences on such a powerful leader [1.6].

📝 Observed Behaviors

The analyses are based on a series of behaviors observed during his life and presidency [1.1, 1.6]:

* Aggressiveness and Disrespect: Demonstration of aggressiveness towards opponents, disrespect for institutions, and discriminatory attitudes.

* Incoherence and Unpredictability:

A tendency to be ideologically inconsistent, doing what one considers necessary to win, and a taste for being surprising and provocative.

* Use of Lies:

Systematic recourse to lying and lack of integrity as a manager.

* Difficulty Trusting:

Manifestations of great distrust towards others, including their own friends and collaborators.

* Leadership Style:

Aggressive style, obstinacy, and a perspective of success through marketing and mastery of narrative.

The concerns of these mental health professionals warn about the risks of having a president with such personality traits, considering him an existential threat to democracy due to his inadequacy for leadership [1.4, 1.8].

domingo, 19 de outubro de 2025

Além da espuma!



Disse-o e redigo: Trump é um óbvio doente mental.

Esta característica parece poder aproximar um homem do século XXI aos dos séculos XII e XVII: ao Hamas e a Putin. 

Trump fala em sintonia com cabeças formatadas para conquistas, superpotências militares, ameaças bélicas, guerra psicológica.

Ameaça e ajoelha os adversários...!
Tal imperador medieval, ataca e...logo se vê...

Porém, a fonte que denunciou Krasnov é demasiado forte para ser minorada.

As cautelas e caldos de galinha, as evasivas retóricas, o repetir de reuniões inúteis em que Trump refere e protege Putin dão razão a Alnur Mussayev, um ex-chefe sénior do KGB, em uma publicação no Facebook: 
Trump é, também, Krasnov um "asset" do FSB / KGB de Putin.

Não há que ter grandes expectativas para a Ucrânia. 
O presidente dos EUA tem trela e esta tem um só dono: 

O homem de Moscovo que já mandou para a morte - numa guerra que desencadeou - cerca de 1.000.000 (um milhão) de homens.
                                                                              

English

I said it and I say it again: Trump is clearly mentally ill.

This characteristic can bring a man from the 21st century closer to the 12th and 17th centuries: to Hamas and Putin.

Trump speaks in tune with minds shaped by conquests, military superpowers, war threats, psychological warfare.

He threatens and brings his adversaries to their knees...!

Like a medieval emperor, he attacks and... we'll see...

However, the source who exposed Krasnov is too strong to be softened.

The cautions and chicken soup, the evasive rhetoric, the repetition of useless meetings in which Trump mentions and protects Putin, prove Alnur Mussayev, a former senior KGB chief, right in a Facebook post: Trump is, like Krasnov, an "asset" of Putin's FSB/KGB.

There's no need to have high expectations for Ukraine.

The US president has a leash, and it has only one owner:

The litle man in Moscow who has already sent nearly 1,000,000 (one million) men to their deaths.

                                                               





segunda-feira, 1 de setembro de 2025

Trump ❤️ Putin.


Em relação às afirmações de Donald Trump sobre a adoção de medidas contra o presidente russo Vladimir Putin, é importante notar que as suas declarações e ações têm sido objeto de um escrutínio considerável. 

Durante o seu mandato, as críticas centraram-se frequentemente na sua postura diplomática, que muitos consideraram conciliatória em relação à Rússia, em contraste com a abordagem mais dura de administrações anteriores.

Vários analistas e políticos apontaram para um padrão em que Trump, por vezes, fez declarações públicas que pareciam desafiar Putin ou criticar as ações da Rússia, mas que não foram seguidas por medidas concretas ou foram atenuadas por outras declarações ou políticas. 
Um exemplo frequentemente citado é a sua resposta à interferência russa nas eleições de 2016, que foi uma fonte de controvérsia. 

Apesar das conclusões dos serviços de inteligência dos EUA, Trump expressou publicamente dúvidas sobre o papel da Rússia, o que foi visto por muitos como um enfraquecimento da resposta dos EUA.

Outros momentos notáveis incluem a sua posição em relação à anexação da Crimeia pela Rússia e o envenenamento de Sergei e Yulia Skripal no Reino Unido. 
Nesses casos, a sua retórica foi muitas vezes vista como menos incisiva do que a de outros líderes mundiais, e as sanções impostas à Rússia foram, em grande medida, uma continuação de políticas já existentes, em vez de novas e drásticas ações.
O padrão de "retórica versus ação" em relação à Rússia e a Putin é um tema complexo.

Trump defendeu as suas políticas, afirmando que a sua abordagem visava melhorar as relações entre os dois países. 

No entanto, os seus críticos argumentam que as suas palavras muitas vezes não se traduziram em ações fortes, e em alguns casos, as suas declarações públicas pareciam minar a política externa dos EUA.

terça-feira, 26 de agosto de 2025

Milton Friedman, um sniper contra a Democracia.

A aplicação das teorias de Milton Friedman, tal como a implementada por Donald Trump e Javier Milei, é frequentemente criticada por causar dificuldades imediatas à população, com benefícios a longo prazo que são amplamente debatidos, sem caso de sucesso conhecido.

A abordagem de Friedman, centrada na supremacia do mercado e na redução do papel do Estado, parte do princípio de que a liberdade económica é o caminho para a prosperidade.
No entanto, a implementação desta filosofia gera choques imediatos. 
O corte abrupto nas despesas públicas, a privatização de serviços essenciais e a desregulamentação do mercado de trabalho levam a um aumento do desemprego e a uma diminuição dos rendimentos. 

As classes mais vulneráveis são as primeiras a sentir o impacto, com a perda de apoios sociais, o aumento do custo de vida e o acesso mais difícil à saúde e educação. 

A crença de que o mercado vai compensar estas perdas de forma rápida e eficiente nunca foi, até hoje confirmada.

Política de terra queimada, onde, um dia, alguma coisa, talvez germine.

Donald Trump, embora não seja um "friedmaniano" puro, partilha algumas ideias com esta escola de pensamento, como a redução de impostos para as empresas e a desregulamentação de setores como o financeiro e o ambiental. A sua política protecionista e as "guerras comerciais" que iniciou, embora tenham como objetivo proteger a indústria nacional, causaram instabilidade nos mercados globais e penalizaram diariamente os consumidores através do aumento dos preços dos produtos importados.

Já Javier Milei, um assumido seguidor de Friedman, tem levado a cabo uma política de "terapia de choque". 
A sua agenda inclui a eliminação de subsídios estatais, a liberalização dos preços e a dolarização da economia, o que tem resultado num aumento brutal da pobreza e da inflação. 

A sua aposta na privatização de empresas públicas e na desregulamentação do mercado de trabalho tem gerado incerteza e descontentamento social, com o futuro dos empregos e a estabilidade financeira de milhões de pessoas em risco.

Os resultados a longo prazo destas políticas são controversos. 

Os defensores da teoria de Friedman argumentam que a disciplina fiscal e a liberdade de mercado criam um ambiente propício ao investimento e ao crescimento sustentável.
Acredita-se que (?), uma vez superado o período de ajuste, as economias se tornam mais competitivas e geram mais riqueza para todos. 

Contudo, os críticos afirmam que o desmantelamento do Estado social cria desigualdades irremediáveis e que o mercado, por si só, não é capaz de resolver problemas como a pobreza, a degradação ambiental ou a saúde pública, o que questiona a eficácia destas políticas a longo prazo e a sua capacidade de criar sociedades mais justas e equitativas.


domingo, 22 de junho de 2025

REAGINDO...

Num mundo repleto de analistas bem pagos mas frustados, fala-barato ameaçadores, 5°s colunas de rua histérico-soviéticos... sinto-me à vontade para botar "faladura":

O século XXI - ao qual Israel, um pequeníssimo país e ÚNICA democracia no médio oriente, pertence e sobrevive desde a sua fundação, em 1948, amaldiçoado, ameaçado e atacado por enormes países vizinhos - tem uma civilização à qual me honra pertencer. 

Já no século XX, a Democracia mostrou e mostra, ser o sistema que mais tem contribuído para o desenvolvimento pessoal e  humanitário do mundo e, o ÚNICO sistema político que permite alternância pacífica de poder, liberdade (libertinagem) de imprensa, respeito pelos direitos humanos  (mulheres, cor de pele, sexualidade)..., respeito pelo acolhimento e proteção a minorias (religiosas, imigrantes, étnicas) mesmo àquelas que - declaradamente - a não respeitam mas, para países democráticos imigram...!

O Irão, um país governado por religiosos, que pratica a delapidação em mulheres, corte físico de mãos a ladrões, que logo após a tomada do poder em 1979 pelos religiosos, enforcou milhares de opositores por dia, durante meses, e há pouco tempo prendeu e assassinou jovens mulheres por recusarem terem o cabelo coberto por véu... aparece agora como VÍTIMA por ter sido atacado pelos USA que destruíram a sua fossa nuclear, a 90 m de profundidade onde - em nome de Deus - enriquecia urânio até ao nível capaz de produzir bombas nucleares.

O Irão religioso acusa agora os USA de desrespeitar deliberações da ONU...!
Um país que financiou, durante décadas, exércitos terroristas em territórios externos que raptaram, torturaram e assassinaram civis refugia-se nas leis que lhe parecem covenientes à sua total perfídia.

Detesto a personalidade de Trump, acredito mesmo ele ser um sociopata.
Mas, desta feita, foi bem aconselhado e decidiu bem.

A civilização do século XXI venceu esta batalha aos religiosos medievais.

Obrigado aos EUA por defenderem o presente e o futuro das garras do passado medieval !




sábado, 14 de junho de 2025

Símbolos do mundo de hoje.


Vivemos num tempo marcado por inversões simbólicas e aéticas profundas, onde figuras como Trump, Hamas e Greta Thunberg se tornam ícones de um mundo em crise — não pelas soluções que propõem, mas pelas tensões que representam. 

Donald Trump, com traços amplamente associados à psicopatia social — ausência de empatia, manipulação, culto do ego — tornou-se modelo de sucesso político. A impunidade com que actua projeta uma nova ordem: quem grita mais alto, mente melhor e domina os media vence, independentemente das consequências.

O Hamas, grupo terrorista que instrumentaliza o desespero e a religião, tornou-se um símbolo de resistência para uns e de horror para outros. Em vez de vias diplomáticas ou políticas, a violência torna-se ferramenta legítima num mundo que nunca conheceu o respeito devido à justiça e à construção democrática. O recurso à brutalidade deixou de ser excepção: é estratégia, celebrada e apoiada em manchetes mediáticas.

Greta Thunberg, por outro lado, representa a apropriação de uma condição neurológica – o espectro do autismo – como força moral e legitimadora de uma mensagem. A sua obstinação ecológica, embora relevante, tornou-se símbolo de um discurso único, intolerante, quase religioso. A obsessão, aqui, é glorificada como pureza, num mundo que já não tolera nuances.

Vivemos em distopia, onde o crime já não choca, o extremismo se justifica e a rigidez mental se transforma em virtude. 

O trabalho árduo cede espaço ao oportunismo, a construção à destruição, o diálogo ao grito. 

Esta sociedade, cada vez mais hedonista e improdutiva tenta adiar o confronto com a decadência, que ela mesma alimenta. 

O futuro não é incerto: vem aí a factura inevitável de uma ética socialmente dissolvida, a par da imoralidade mediaticamente promovida !





quarta-feira, 7 de maio de 2025

Entradas de leão, saídas de sendeiro.


O Trump, tornou a abrir alçapões às suas investidas tarifárias. 
Desta feita excepcionou a Aple e Samsung respectivos telemóveis, computadores e semicondutores das tarifas de importação dessas matérias oriundas da China...
Veremos quantas mais...

quinta-feira, 17 de abril de 2025

O André é um vendedor de feira! Trump inveja-o e admira-o!

De facto, o André gestor de fortunas, cansou-se de colocar dinheiro em offshore e virou-se para onde se mexe em dinheiro a sério: o governo.
E que exemplo melhor que o de Trump?

E aí está ele: parvo, desbocado, mentiroso, obcecado com crime e imigrantes. 


A aventura do Ventura será "Fazer  Portugal Grande de Novo".

Como Portugal sempre foi um país pequeno, Ventura tem um desejo impossível mas, excitante para os megalómanos que nele votem.

Ainda bem que o cata-vento parece não ter hipóteses de ser governante. 
Se não, teríamos medidas trumpescas de exportação de prisioneiros e isolamento económico.


Há quem não perceba as suas limitações e tente arrasar tudo o que - sem ele - foi feito, para gritar depois ao primeiro sinal positivo: Veem? Vem aí o bom caminho... Só para ele claro!

A propósito: Porque ninguém pergunta ao André o que ele pensa de Putin?

Será o espião Krasdez?








Onde se vive melhor...

... este é o critério  único  que, em minha opinião, deve servir para comparar os sistemas políticos vigentes - há mais de vinte anos - en...