MacTruth
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domingo, 8 de março de 2026
Irão e Rússia...
segunda-feira, 2 de março de 2026
NÃO À REGIONALIZAÇÃO !!!
Votei a favor da regionalizaçãbo em 1998, mas os acontecimentos na Catalunha, entre 2014 e 2017, deram-me um "banho de realidade". Sem qualquer fundamento jurídico plausível e com base num referendo local que contou com apenas 49% de participação, declarou-se uma independência unilateral.
O processo autonómico catalão começou pela promoção da língua e de símbolos identitários, mas rapidamente derivou para uma narrativa de superioridade económica, usando o elevado PIB da região como justificativa para o isolamento. Na verdade, o que vimos foi a ambição de uma elite que pretendia o controlo absoluto de um orçamento, ignorando o todo nacional e abrindo portas a influências externas perigosas.
Como se não bastasse, a investigação do "Caso Voloh" expôs a suposta interferência russa, cuja tese principal sugere que o Kremlin utilizou a crise catalã para desestabilizar a União Europeia através de:
- Oferta de Tropas e Financiamento: Investigações judiciais indicam que, na véspera da declaração de 2017, emissários russos teriam oferecido a Carles Puigdemont o envio de 10 mil soldados e o pagamento da dívida pública catalã — oferta que terá sido recusada por ser irrealista.
- Desinformação e Redes de Bots: O uso de meios estatais (RT e Sputnik) para amplificar narrativas separatistas, tentando pintar a democracia espanhola como um "Estado autoritário".
- Geopolítica de Moscovo: Para Putin, o caos em Espanha enfraqueceria a coesão da NATO e da UE, servindo de retaliação pelas sanções impostas após a anexação da Crimeia.
A lição que retirei é clara: uma "independência" que visa enriquecer alguns, transformando os cidadãos em peões de interesses alheios sem qualquer vantagem real, é um erro histórico.
Portugal não necessita de regionalização, nem de mais despesa para sustentar "poleiros" políticos.
Os arautos que tentam agora usar a tragédia do Kristin para justificar esta reforma demonstram falta de sensibilidade.
Foi um evento meteorológico sem precedentes e de previsão quase impossível; usá-lo como arma política é oportunismo.
O mesmo padrão observa-se agora nos "baronetes" regionais portugueses. O interesse parece resumir-se ao controlo financeiro: adjudicações a amigos e cargos para os aparelhos partidários. Em vez de termos 200 bombeiros profissionais todo o ano, preferem o jogo da exigência constante ao poder central.
Onde termina esta caminhada? Numa independência subsidiada por interesses externos?
Gostaria de conhecer o plano real destes senhores para o crescimento demográfico e económico regional do país, para além da eterna chantagem política sobre o orçamento de Lisboa.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
Passos, um incompetente perigoso!
Se há pessoa pela qual tenho o mais absoluto desdenho é aquela que nunca se afirmou por nada conhecido mas, que as circunstâcias e o voto de raiva, fizeram dela alguém.
Este indivíduo de que falo, pertence ao grupo de 800.000 regressados de África após Abril de 1974.
Jovem, com bom aspecto, ingressou na JSD e aí, pelas quotas que a JSD acordou com o Presidente do PSD, entrou na lista, em lugar elegível para a legislatura seguinte.
Nunca foram encontrados quaisquer méritos que o distinguissem como deputado, além do de ter o acesso facilitado aos gabinetes dos dirigentes do partido.
E assim fez a sua carreira!
Durante mais de 20 anos PP Coelho viveu como facilitador de interesses privados junto de gabinetes partidários e ministeriais.
Quando as licenciaturas foram reduzidas (processo de Bolonha) de cinco para três anos, cerca dos 40 anos de idade, decidiu uma aventura universitária, privada, claro.
Aí, conhece ML Albuquerque e com simpatias recíprocas, um acabou licenciado a outra, comissária europeia.
Como os ventos eram favoráveis e o escrutínio democrático dos valores académicos, sociais e pessoais de governantes era, e é, nulo em 2011, um acaba primeiro-ministro e a outra ministra.
Mas, para mim, o mais incrível nisto tudo é um PM ter á sua frente a solução para a crise iniciada em 2011, por forma evidente como Mário Centeno a viria a consagrar após 2016, e não a ter visto ou a ter recusado, preferindo ir "além da troika" e privatizando empresas públicas em 9.400 milhões de €, quando a troika "apenas" lhe exigia 5.000...
Nisto, terá sido apoiado pela teoria - da sua professora - económica friedmaniana Albuquerque (igual à atual do Milei na Argentina) de terra queimada, para depois bater palmas quando nascessem as primeiras ervas...
Mário Centeno mostrou que bastaria colocar o potencial turístico do país em andamento, para que tudo se resolvesse e, em vez dos 131% deixados por PPCoelho, se reduzisse a dívida, em alguns anos apenas, para valores inferiores a 100% e super-avit a seguir.
Um PM e uma ministra das finanças ignorantes e mal intencionados, dogmatizados por ideologias inconsequentes de resultados nunca provados além de terem cortado vencimentos, reformas, feriados... em nome de uma distopia, falharam gritantemente ao povo que os tinha eleito mentindo, afirmando que fariam cortes apenas em pequenas gorduras do estado, mas que ficaram com os seus futuros assegurados e o povo enganado, levou anos a pagar e a levantar cabeça.
Punição para quem mente em política? Nenhuma!
O castigo é para quem aprovou a CRP mas nenhuma das suas oito emendas, e aceita crimes sem castigo para políticos mentirosos: o Povo!
sábado, 21 de fevereiro de 2026
NOVO PARTIDO : EM DEFESA DA DEMOCRACIA !
Manifesto!
Manifesto do Cidadão: Para uma Gestão Pública Sem "Batota"
Este manifesto baseia-se numa ideia simples: O Estado serve o Povo, não os Grupos de Interesses. Para que isto seja verdade, precisamos de quatro "travões" de emergência:
1. "Quem Escolhe é o Nome, não a Sigla" (Voto Nominal)
- O Problema: Hoje votamos em listas fechadas. Os deputados devem fidelidade ao chefe do partido, não a nós.
- A Solução: Votar diretamente na pessoa (Círculos Uninominais). Se o deputado do seu distrito não defende a região ou protege corruptos, o cidadão sabe exatamente quem é e não o volta a eleger.
2. "A Porta Só Abre para Um Lado" (Fim das Portas Giratórias)
- O Problema: Ministros e Reguladores saem do Governo para serem administradores das empresas que acabaram de beneficiar.
- A Solução: Quem aceita um cargo de alta responsabilidade pública fica proibido de trabalhar no setor privado dessa área durante 10 anos. Se fiscalizou bancos, não pode trabalhar para bancos.
3. "Magistrados: Uma Carreira de Mão Única" (Justiça Blindada)
- O Problema: Juízes que entram e saem da política ou que esperam por tachos no privado após a reforma.
- A Solução: Ser Juiz ou Procurador é uma escolha para a vida. Ganham bem e têm prestígio, mas ficam proibidos de exercer cargos políticos ou de trabalhar para grandes escritórios de advogados. A sua única lealdade é à Lei.
4. "O Dinheiro Tem Rasto" (Modelo Francês)
- O Problema: Malas de dinheiro e "sacos azuis" que alimentam a corrupção e os "Cavalos de Troia".
- A Solução: Limites baixos para pagamentos em dinheiro vivo (como em França) e uso do Euro Digital para grandes transações. Cada cêntimo da corrupção deve deixar uma pegada digital impossível de apagar.
5. "O Sorteio é Sagrado" (Fim do Juiz Escolhido)
- O Problema: Processos sensíveis que parecem cair sempre nas mãos dos mesmos juízes, ou que "dormem" até prescreverem.
- A Solução: Sorteio eletrónico transparente e auditável por cidadãos. Além disso, rotatividade obrigatória: nenhum juiz fica "dono" de um tribunal ou de um tipo de crime durante décadas.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
Somos governados por pedófios, corruptos e sociopatas.
A questão central reside em como travar a ascensão ao poder de indivíduos sem escrúpulos ou com patologias do foro mental, um fenómeno que se alastra globalmente.
Aqueles que se apresentam como "dignos" revelam-se, frequentemente, narcisistas ou mentirosos compulsivos.
O caso Epstein é o expoente máximo desta "monarquia" descarada e indecente que, há décadas, manobra as populações e os erários públicos.
O cenário é de orgias, pedofilia, corrupção, nepotismo e traição — tudo sob o manto de uma impunidade absoluta que os faz sentir intocáveis.
Contudo, é inútil "chover no molhado". O que é urgente e decisivo é a mobilização das populações contra esta sobranceria, através de medidas concretas. Proponho:
A) Escrutínio Psiquiátrico Independente
- Avaliação Obrigatória: Qualquer candidato ou nomeado para cargos governativos, antes de iniciar o exercício de funções, deve ser sujeito a uma avaliação psiquiátrica por um painel de cinco especialistas (com pelo menos dez anos de experiência). Estes devem ser designados pelo Colégio de Psiquiatria da Ordem dos Médicos ou entidade equivalente de um país democrático situado no Top 10 do Democracy Index (DI) da Economist Intelligence Unit.
- Confidencialidade: A identidade dos psiquiatras avaliadores deve ser protegida, sendo apenas do conhecimento do órgão regulador que os designou.
- Mecanismo de Recurso: Da avaliação inicial caberá recurso para um colégio de um país distinto (também no Top 10 do DI). Se o parecer coincidir, a decisão é definitiva.
- Havendo discrepância, a decisão final será tomada pelo órgão coletivo máximo de um terceiro país (também da DI) - com base nas avaliações produzidas - no prazo de uma semana após a última avaliação.
B) Implementação do Polígrafo Digital
Mantenho-me um defensor acérrimo de uma ferramenta que o poder teme e que o sistema judicial tenta diabolizar: o Polígrafo. Utilizado com sucesso há quase um século pelos principais serviços de segurança, esta tecnologia é rápida, de baixo custo e eficaz.
A implementação da sua versão digital — equipada com sensores de dilatação pupilar — para o controlo regular de governantes seria um passo decisivo. Uma vez exigido por lei, este escrutínio traria a transparência e a tranquilidade que as sociedades exigem e merecem.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2026
MPGA
Make Portugal Great Again (MPGA)
É uma hipótese que, a qualquer português de bom senso, arrancará um sorriso condescendente.
Make Portugal Great Again significaria um recuo de seiscentos anos, até às caravelas e ao Império. Já o Make America Great Again propõe regressar a um passado de há apenas um século.
A diferença é gritante: por que razão um povo acredita poder retroceder cem anos, enquanto o outro sorri perante a ideia de recuar seiscentos?
A resposta reside na ilusão sobre a variável mais implacável da existência: o Tempo. Ele é extraordinário precisamente por ser unidirecional; o tempo só sabe marchar para a frente.
Apenas uma mente perturbada poderia propor a uma nação regressar ao passado.
Mas há algo pior: o facto de a maioria desse povo escolher acreditar na miragem.
E o que torna tudo ainda mais desconcertante é que este país — este povo — continua a ser a potência hegemónica do planeta.
Militarmente, tecnologicamente e em termos de PIB, os EUA estão num patamar isolado onde, a curto prazo, ninguém o alcança.
Esta pujança factual reduz o slogan MAGA ao vazio absoluto.
A América não precisa de "voltar" a ser grande; ela já o é.
O que se esperaria de uma liderança com tal poder seria a continuidade de um ciclo de paz, o fomento do desenvolvimento e a disseminação global da qualidade de vida que esta civilização logrou alcançar.
Jamais a inauguração de uma era baseada na chantagem militar, no apoio a autocracias, na culpabilização das vítimas e na substituição da razão óbvia pelo hiper-enriquecimento de um líder e do seu círculo de privilégio.
É difícil perdoar aos arquitetos deste caos que em nome de uma suposta grandeza nacional, justifiquem o descalabro universal.
Quem troca o progresso partilhado pelo isolacionismo autoritário não está a fazer história; está apenas a tentar, inutilmente, travar o relógio.
domingo, 15 de fevereiro de 2026
A "especialidade" de ser português...
O Mito do "Melhor Povo" e a Entrada na Federação Europeia
A afirmação reiterada de Marcelo Rebelo de Sousa de que os portugueses são “os melhores do mundo” merece uma análise crítica que vai além do patriotismo superficial.
O que surge como um estímulo nacional parece-me, na verdade, um exagero deliberado que roça perigosamente um sentimento de supremacia.
A Falácia da Pureza e a Realidade Histórica
É contraditório invocar uma superioridade intrínseca num povo cuja génese é a própria definição de mistura.
A identidade portuguesa consolida-se através de uma profunda fusão, afinidade e cultura:
Herança Pré-Romana e Romana:
Iberos, celtas e lusitanos sob a égide de Roma.
Influências Germânicas e Semíticas:
Visigodos e árabes que moldaram o território por séculos.
Cosmopolitismo Monárquico:
Uma aristocracia que, desde o século XII, se fundou com as principais casas reais europeias.
O Impacto Diplomático e o Radicalismo
Quando proferida pela figura máxima do Estado, esta retórica torna-se, no mínimo, deselegante perante a comunidade internacional.
Mais do que isso, aproxima-se de um nacionalismo de matriz segregadora, tipicamente explorado por movimentos de extrema-direita, que dividem o mundo entre "nós" (os melhores) e os "outros".
União x Federação: O Dilema Europeu
Este tipo de discurso é precisamente o que impede uma Europa de avanço. Enquanto persistir a crença de que certas nações são superiores a outras — baseando-se em glórias passadas ou conveniências presentes para instruções especiais — o projeto europeu continuará fragilizado.
A diferença fundamental reside na estrutura de poder :
A União Europeia atual: Um somatório de vontades parciais, interesses divergentes ou de coleta eleitoral interna.
Os Blocos Concorrentes (EUA, China): Corpos geopolíticos únicos que atuam com determinação centralizada.
Conclusão: Os grandes concorrentes económicos e militares da UE são federações ou estados unitários .
Enquanto a Europa pára refém dos "excecionalismos" nacionalistas e continuará a ser um conjunto de "meias vontades" incapazes de gerar a força de uma verdadeira federação .
Irão e Rússia...
É interessante ver o apoio que o Irão de Khamenei I deu à “operação militar especial”: milhares de drones Shaed são, ainda, uma ...
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Como todos os sistemas políticos, o democrático está longe da perfeição! Sendo embora o que mais liberdade individual permite aos seus cida...
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Terá a ver com o publicado, o não publicado e a verdade, como o bom-senso a entende. Isto para tentar justificar o seguinte: O p...
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Se o leitor se colocar na pele de imigrante, sentirá que ter onde viver é fundamental para reiniciar a sua vida, necessariamente, dura...! T...