...mas poupem-me à parvoíce. Ou à presunção de que sou parvo.
Há mais de uma semana que a atualidade nacional vive num estado de inundação permanente, interrompida apenas pelo futebol.
Os media parecem empenhados em dar tempo de antena às 4 centenas de licenciados que Portugal, na área da informação, forma anualmente permitindo-lhes reciclar o mesmo nada, vezes sem conta.
Entre a profecia do desastre e a perseguição inquisitória a governantes e forças de socorro, falta tudo: falta critério, falta solidez e falta, sobretudo, honestidade intelectual.
O que vemos é um funil emocional.
Sob o pretexto do interesse público, vende-se o drama privado para alimentar uma máquina publicitária voraz, que nos assalta a cada cinco minutos com 'breves instantes' de puro consumo.
No fim, a lama que fica nos sapatos dos repórteres é a mesma que tentam atirar à nossa inteligência.
MacTruth
A minha verdade. Sem "apoio" de publicidade. Ao abrigo do artigo 37º da CRP. Divulgue este blog pelos seus contactos...!
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
Detesto ser injusto...
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
Porque voam as telhas?
Existe Poder Comum!
Defesa da Democracia:
O Dever de Resistir
Os ataques abertos ao espírito democrático — por quem conhece bem o abismo das teocracias e ditaduras — impõem-nos um dever inadiável:
Defender a liberdade a qualquer preço.
É revigorante ver adversários históricos unidos num propósito comum: salvaguardar o modelo de sociedade mais avançado que a humanidade já construiu.
A Anatomia da Tirania
O desespero do aspirante a ditador manifesta-se em palavras que ferem como pedras, discursos corrosivos e perdão ultrajante a criminosos.
É a barbárie institucionalizada!
Agentes encapuzados atuando contra populações civis sob o olhar complacente do poder.
Quando a impotência se disfarça em justificação intelectual para chefes de estado e militares, o caminho ficou livre para a maior das monstruosidades: Um mundo é governado por um psicopata legitimado por voto popular de 2,7 milhões que podem dominar 8 biliões de pessoas
O Voto do Despeito
Que povo elege a loucura?
Um povo intelectualmente desprotegido, que encontra no caos a resposta para as falhas de um sistema que tudo prometeu e entregou o vazio.
Foram décadas de promessas quebradas: sem saúde, sem educação, sem dignidade na velhice.
Enquanto a opulência dos bilionários floresce, o desemprego desespera as maiorias.
O povo, negligenciado pelas elites que juraram servi-lo, elegeu agora o manifesto do seu próprio despeito.
O Caminho da Reconstrução
Mas cuidado: destruir o sistema não cura o mal; apenas abre as portas a mais anarquia, onde prospera.
O caminho não é a demolição, mas a refundação.
É preciso avaliar, substituir, limitar poderes e assegurar direitos.
O mundo, com toda a sua complexidade, ficará ingovernável se as únicas ferramentas forem o ódio e a demência.
domingo, 1 de fevereiro de 2026
O sorvedouro da saúde...
No SNS, vivemos um paradoxo: o orçamento sobe todos os anos, mas a sensação de escassez permanece.
Em 2026, prevê-se que a despesa do SNS cresça cerca de 4,5% (um aumento de mais de 672 milhões de euros), mas os custos com medicamentos estão a um ritmo muito superior.
Vejamos:
Enquanto o orçamento geral crescia a um dígito , a despesa com medicamentos em meio hospitalar chegou a subir quase 15% num único ano.
Sabemos que o custo não sobe porque se compram "mais" caixas de comprimidos comuns, mas porque os novos tratamentos ( imunoterapia , doenças raras ) são caríssimos. Uma única terapia genética pode custar centenas de milhares de euros.
Porém, três questões devem ser colocadas:
- Quem, como e com que critérios negoceia o custo dos medicamentos aos hospitais?
- Porquê a UE não tem delegação de poder dos estados-membros para negociar, como fez aquando do Covid, preços de medicamentos para 400 milhões de habitantes e depois os distribui?
- Será que negociando com cada um dos 27, o lucro das farmacêuticas e de algumas pessoas (quem será?...) é maior empresarial e também pessoalmente?
O aumento anual do OE para a saúde vai ser quase totalmente “engolido” por dois fatores: Salários (as despesas com pessoal subiram 5,2%) e Tecnologia / Medicamentos .
A sistematização destes gastos sem ideias de gestão inovadoras (sugiro um forte recurso à Inteligência Artificial) deixa muito pouca margem para que a “máquina” administrativa se modernize, perpetuando a ineficiência funcional e o bom serviço que todos pagam e merecem!
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
As Heranças
In my opinion, no heir should receive more than €1,000,000 (one million euros).
The remainder should be given to the state to manage public social programs with a recognized capacity in supporting children without families or with serious illnesses, and with budgets and annual financial reports made easily available online.
domingo, 25 de janeiro de 2026
Por uma Democracia Real
Chamar Democracia à mera eleição popular de uma só figura é focar na ponta do iceberg, ignorando a base oculta, silenciosa, pesada e poderosa que a sustenta.
Quanto custa uma campanha eleitoral ?
Quem a paga?
Quem confere os números declarados?
E os valores "doados" em notas, não controláveis?
O que assistimos é um esquema de enriquecimento do grupo que financiou e financia a carreira do eleito, e a quem este irá retribuir após a tomada de posse. A prova? Nenhum eleito abandona a política mais pobre do que quando entrou.
O sistema que temos assenta, teoricamente, em quatro pilares de soberania: Presidente da República, Parlamento, Governo e Tribunais. No caso português — e em muitos outros — estes pilares estão profundamente distorcidos:
Presidente da República: Figura fundamentalmente decorativa, eleita pelo povo, apenas com interferência em momento de rutura.
Parlamento (Poder Legislativo): Arregimentado por listas fechadas, sob a decisão quase exclusiva do líder partidário e futuro Primeiro-Ministro(PM).
Qualquer deputado eleito por um partido, que durante a legislatura vote contra a decisão do PM, pode ficar certo de o seu nome não entrar na lista para a próxima legislatura.
Governo (Poder executivo): Constituído pela vontade exclusiva do PM entre financiadores, familiares, amigos e figuras de confiança do partido.
Sem que sejam publicados os motivos da escolha nem projectos dos nomeados coincidentes com o programa eleitoral do partido.
Tribunais: Um esquema altamente antidemocrático, sem qualquer voto popular direto, "atenuado" por uma votação interna no sistema.
A sua atuação carece de respeito pelo tempo, eficiência e eficácia, aceitando, placidamente, a fuga de "segredos de justiça" para os media e interferindo sistematicamente em ciclos eleitorais, provocando a queda de maiorias sem causa palpável.
Este, um sistema sem gota de Democracia na sua formação, uma ditadura dentro de uma Democracia nominal e principal obstáculo à sua credibilidade.
Acresce a total dependência do PM dos poderes legislativo e executivo!
É urgente e inadiável: Apenas um sistema político democrático cujos Órgãos de Soberania dependam DIRECTA, PERIÓDICA, SECRETA e EXCLUSIVAMENTE dos eleitores, capaz de funcionar sem qualquer tutela antidemocrática, pode garantir Democracia Real.
English
To call the mere popular election of a single figure "Democracy" is to focus on the tip of the iceberg, ignoring the hidden, silent, heavy, and powerful base that sustains it.
How much does an election campaign cost?
Who pays for it?
Who verifies the numbers?
What we are witnessing is a scheme to enrich the group that financed and finances the elected official's career, and to whom the elected official will repay after taking office. The proof? No elected official abandons the poorest politics.
The system we have is, theoretically, based on four pillars of sovereignty: President of the Republic, Parliament, Government, and Courts. In the Portuguese case—and in many others—these pillars are profoundly distorted:
President of the Republic: A fundamentally decorative figure, elected by the people, with interference only at the moment of rupture.
Parliament: Organized through closed lists, under the almost exclusive control of the party leader and future Prime Minister.
Government: Constituted by the exclusive will of the Prime Minister among financiers, family members, friends, and trusted figures of the party.
Courts: A highly undemocratic system, without any direct popular vote, mitigated by an internal vote within the system. Its performance lacks respect for time, efficiency, and effectiveness, placidly accepting the leaking of "judicial secrets" to the media and systematically interfering in electoral cycles and causing the fall of majorities without tangible cause.
This, a system without a drop of Democracy in its formation, is the main obstacle to its credibility.
It is urgent and cannot be postponed: Only a democratic political system whose organs of sovereignty depend directly, periodically, secretly, and exclusively on the voters, capable of functioning without any anti-democratic oversight, can guarantee real democracy.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
O efeito "Polígrafo"!
Detesto ser injusto...
...mas poupem-me à parvoíce. Ou à presunção de que sou parvo. Há mais de uma semana que a atualidade nacional vive num estado ...
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Como todos os sistemas políticos, o democrático está longe da perfeição! Sendo embora o que mais liberdade individual permite aos seus cida...
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Terá a ver com o publicado, o não publicado e a verdade, como o bom-senso a entende. Isto para tentar justificar o seguinte: O p...
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Se o leitor se colocar na pele de imigrante, sentirá que ter onde viver é fundamental para reiniciar a sua vida, necessariamente, dura...! T...