MacTruth
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domingo, 21 de junho de 2026
Esquemas antigos, que prevalecem...!
domingo, 14 de junho de 2026
Mundo louco!
Tudo mudou em 1979, quando fanáticos xiitas derrubaram o regime pró-ocidental do Xá da Pérsia, Mohammad Reza Pahlavi, e instalaram a única teocracia do século XX: o Irão.
Seguiram-se milhares de reforços nas avenidas de Teerão e todo o tipo de atrocidades medievais contra iranianos pró-Pahlavi — ironicamente em nome de Alá, o mesmo Deus dos cristãos.
Inspirado pela estratégia de contaminação ideológica e militar levada ao cabo por Moscovo durante a Guerra Fria, Teerão desenvolveu uma ideia igualmente eficaz: a criação de proxies (forças subalternas).
Estas forças são ocultas, ilegais, financiadas e comandadas à distância. Não usam uniforme, não têm pátria nem práticas de educação ou saúde para com o povo com o qual se misturam — embora recebam subsídios de organizações como a ONU, a União Europeia e os EUA - desviando esses apoios humanitários para fins bélicos os quais, são a sua, única, razão existencial.
Operaram a partir de quartéis construídos camufladamente em infraestruturas civis alheias, sob o máximo sigilo e sempre com o patrocínio silencioso do Irão.
O grande nó cego reside no fato do Direito Internacional ter sido desenhado para Estados, omitindo a figura de "procuradores" em território estrangeiro.
Embora sejam classificados como terroristas pela ONU, o fato de não usarem farda, se misturarem com a população civil e ocultarem seu arsenal, impede que os exércitos tradicionais das democracias consigam combatê-los através de métodos convencionais.
Este vazio legal no Direito Internacional tornou-se o argumento preferido dos "quinta-coluna" — os comentadores avençados por Teerão que inundam os ecrãs de televisão.
A hipocrisia do sistema é evidente:
As pátrias e Estados legítimos constam no Direito Internacional e, por isso, são severamente condenados sempre que violam as regras ao responder a estes grupos.
Em contrapartida, como pouco importante estes proxies :
- Violam sistematicamente os direitos humanos;
- Operam à margem de qualquer legalidade internacional;
- Usam as populações que controlam como escudos humanos e referências;
- Praticam raptos, infanticídios e outras obscenidades de guerra.
A comunidade internacional prefere refugiar-se na conveniência de uma omissão de lei obsoleta, projetada apenas para o confronto entre Estados, fechando os olhos à natureza desses grupos terroristas.
O crime sai impune!
Enquanto isso, as redes de propaganda robotizadas vão normalizando o terrorismo na opinião pública, explorando a tragédia de crianças mortas, omitindo a responsabilidade dos próprios grupos que os usam como mártires .
O objetivo final é claro: semear a incompreensão e a dúvida, atiçando raivas e fraturando o Ocidente por dentro.
quarta-feira, 10 de junho de 2026
Central nuclear versus eólicas e fotovoltaicas
Vamos usar como referência uma central nuclear média moderna de 1.000 MW (1 GW) de potência.
O Fator de Capacidade (A dependência)
Antes dos números, este é o gráfico mental da eficiência de cada fonte:
- Central Nuclear: Funciona cerca de 90% do tempo.
- Parques Eólicos: Funcionam, em média, 35% do tempo (dependendo do vento).
- Painéis Solares: Funcionam, em média, 20% do tempo (dependendo do sol e da noite).
Isso significa que para substituir 1 MW de energia nuclear, precisamos de muito mais de 1 MW de capacidade instalada eólica ou solar.
Central Nuclear vs. Centrais Eólicas
Vamos usar como referência uma central nuclear média moderna de 1.000 MW (1 GW) de potência.
Pela potência bruta: Uma central eólica de 1.000 MW equivaleria a cerca de 333 aerogeradores.
(Cada gerador eólico 3000w=3Mw.)
Pela energia real gerada (ajustada pelo fator de capacidade):
1000 MWx 0.90 / 3 MWx 0.35 = (10⁹x0,9/3x10⁶x0,35) = 857 aerogeradores
Resultado: 1 central nuclear produz a energia equivalente a cerca de 860 aerogeradores de grande porte.
Se agruparmos estes aerogeradores em parques eólicos médios (de 50 MW cada), precisaríamos de aproximadamente 17 centrais/parques eólicos.
Central Nuclear vs. Painéis Fotovoltaicos
Considerando um painel solar padrão residencial/comercial de 400 W (0,0004 MW):
Pela potência bruta: Precisaríamos de 2.500.000 painéis.
Pela energia real gerada (ajustada ao fator de capacidade):
1000MW x 0,90 / 0,0004 x 0,20= 11.250.000 painéis
Resultado:
1 central nuclear produz o equivalente a cerca de 11,2 milhões de painéis solares.
Em termos de área, isso cobriria facilmente uma extensão de 20 a 25 quilómetros quadrados de parques solares lineares.
Embora seja admissível a colocação de 17 centrais eólicas, parece impraticável - nesta fase evolutiva dos painéis solares - admitir áreas tão extensas para a sua instalação.
domingo, 7 de junho de 2026
A UNIÃO FAZ A FORÇA !
Se houve uma grande prova de que a união faz a força, foi a resposta à crise pandémica: as vacinas chegaram a tempo e a valores acessíveis porque a União Europeia avançou com uma compra conjunta de milhões de doses para todos os Estados-membros.
Dessa experiência colhemos uma lição económica inquestionável: quanto maior é a escala da encomenda, mais rápida é a entrega e menor o preço por unidade.
Se Portugal tivesse tentado negociar sozinho, teria ficado no fim da fila e pago um preço astronómico.
A lógica inversa também se aplica: o isolamento gera respostas lentas, ineficientes e caras.
Se este modelo resultou para a saúde pública, a conclusão lógica e legítima é aplicá-lo a outras áreas estratégicas.
Por que razão não existe um organismo europeu centralizado para a aquisição de material militar? O preço e o prazo de entrega de caças — preferencialmente de fabrico europeu — seriam drasticamente reduzidos.
Contudo, nos Ministérios da Defesa de cada país da UE, o que assistimos é a um 'cada um por si' numa corrida irracional.
Muitas vezes, o conceito de 'defesa da pátria' é instrumentalizado para justificar contratos opacos, derrapagens financeiras e o enriquecimento de intermediários, tudo à custa dos impostos dos cidadãos.
Um exemplo flagrante desta falha de visão comunitária é a opção nacional de compra dos caças F-35 aos EUA.
Trata-se de um luxo anti-europeu.
Ao canalizarmos investimentos massivos para fora do bloco, enfraquecemos a indústria de defesa europeia e adquirimos aeronaves de ataque em quantidades limitadas, desalinhadas com um verdadeiro interesse comunitário de defesa e cooperação autónoma.
A soberania europeia e a gestão responsável do dinheiro público exigem que deixemos o isolamento e apliquemos, de uma vez por todas, o princípio de que juntos somos mais fortes, mais rápidos e mais eficientes!
segunda-feira, 1 de junho de 2026
Ministra da saúde?
A escolha e o apoio de Montenegro à atual líder do Ministério da Saúde — figura que transitou técnica e diretamente da direção de Assuntos Externos e Acesso ao Mercado da multinacional MSD Portugal (indústria farmacêutica , entre 2006 e 2014) — levanta sérias questões éticas, agravadas por uma gestão já amplamente contestada.
Estaremos perante um Ministério da tutela pública ou um bastião de interesses das farmacêuticas?
Esta nomeação adensa o ceticismo gerado pela promessa de reestruturação do SNS em escassos 60 dias.
Sem, inclusivé, a apresentação de um plano estruturado e transparente, assiste-se hoje ao agravamento sistêmico dos serviços de saúde.
O problema, contudo, é mais profundo e corrói a nossa arquitetura constitucional:
Que qualidade democrática resta quando o incumprimento deliberado de promessas eleitorais goza de total impunidade?
Vivemos num modelo onde o Governo, enquanto órgão executivo não eleito diretamente, pode ser preenchido por individualidades cujos passados, conflitos de interesses e escrutínio público permanecem opacos para o eleitor.
Urge rever as regras do jogo se quisermos devolver a transparência ao sistema e resgatar a confiança na vida coletiva.
quarta-feira, 27 de maio de 2026
Aeroporto Luís de Camões
domingo, 24 de maio de 2026
Recordando...
Recordo os meus tempos de liceu: durante cinco anos letivos, convivi com dois colegas homossexuais na mesma turma.
Diariamente, nos intervalos entre aulas, cerca de quarenta alunos percorriam os longos corredores e escadarias do edifício.
Nesses trajetos, um grupo de 'bandalhos' — hoje diríamos bullies — insultava-os com palavrões e obscenidades físicas, numa exibição de virilidade tão ruidosa quanto imbecil e frágil.
Eu assistia a tudo com silêncio cobarde, típico dos fisicamente débeis — uma passividade que, na política, se traduz por fraqueza psicológica — embora sentisse uma irritação constante e consciente.
Numa sociedade composta maioritariamente por pessoas como eu, penso, a comunidade homossexual encontrou na união a sua força. Felizmente, enquanto grupo, conquistaram solidariedade e respeito.
Contudo, se pretendem manter o apoio desta maioria silenciosa, deveriam evitar a atuação ostensiva como lobby social em setores como a televisão, a moda ou a diplomacia.
Esse excesso de exposição corre o risco de reativar antigos preconceitos e de suscitar comportamentos que julgávamos ultrapassados.
Esquemas antigos, que prevalecem...!
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Como todos os sistemas políticos, o democrático está longe da perfeição! Sendo embora o que mais liberdade individual permite aos seus cida...
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