MacTruth
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quarta-feira, 8 de abril de 2026
Um louco comanda o mundo!
domingo, 5 de abril de 2026
Humanismo.
O Paradoxo dos Direitos Humanos Entre Idealismo e Impunidade
Os Direitos Humanos figuram entre as conquistas mais elevadas da civilização do século XXI.
Frutos de lições amargas extraídas das tragédias que assolaram a humanidade, estes direitos permanecem, contudo, como meras utopias em nações subjugadas por "verdades" místicas ou por conveniências ditatoriais de elites dominantes.
É precisamente aqui que reside um abismo intelectual e ético: enquanto celebramos o valor intrínseco destes direitos, assistimos à sua perversão por "marginais com poder" — dirigentes que operam na sombra e à revelia da lei, perpetuando o tráfico, a escravatura e conflitos injustificáveis.
O que mais alarma é a impunidade: estes agentes gozam de existências faustosas à custa do sofrimento alheio, utilizando a riqueza acumulada para corromper instituições de topo nas próprias sociedades democráticas que dizem defender os direitos humanos.
Milénios depois, estes esquemas socialmente corrosivos não só persistem, como se capilarizam.
A premissa deve ser clara:
Direitos Humanos, sim — mas só para quem os respeita.
Não há coexistência possível entre a dignidade humana e o crime organizado global.
Talvez por isso, mesmo aqueles que repudiam figuras como Trump e os seus desmandos políticos, sexuais e financeiros sintam um eco de justiça quando veem a força bruta do crime ser travada de forma decisiva — seja por míssil contra o narcotráfico furtivo ou contra um regime assassino, dito teocrático.
Será o instinto de sobrevivência da civilização perante a barbárie...
terça-feira, 31 de março de 2026
Eutanásia
domingo, 29 de março de 2026
A verdade eterna!
Embora já tenha abordado este tema, a urgência do momento exige que o faça com uma explicação renovada.
O recente cenário político nos Estados Unidos, personificado na figura de Donald Trump, serve como exemplo a um fenómeno preocupante: ascensão - palavrosa, gesticulada e desbragada - da retórica movida pelo narcisismo, gula e ressentimento, conseguindo rivalizar — e muitas vezes superar — a satisfação de sentir o bom senso do equilíbrio institucional.
Uma democracia deve ter como objetivo primordial a educação social gratuita e universal.
Apenas a educação permite a alguém perceber a diferença entre conversa vazia e dificuldades reais num país.
Tal não é apenas um direito, mas necessidade estratégica da Democracia
Para que o sistema funcione, o cidadão precisa de ferramentas intelectuais que lhe permitam:
- Identificar promessas irrealizáveis por mais sedutoras que sejam as suas roupas.
- Valorizar a Igualdade
- Compreender que Estado de Direito é o que tenta tratar de forma equânime todos os indivíduos independentemente de sua origem, cultura ou condição económica
- Respeitar a alteridade
- Consolidar convivência harmoniosa entre diferentes religiões, etnias e géneros.
A vitória eleitoral da figura de Trump com um histórico de desinformação científica e desrespeito pelas instituições — como a indiferença social à invasão do Capitólio e assassinatos em consequência, perdão aos assassinos e desvalorização de crises sanitárias — não acontece sem motivo.
Foi resultado de um sistema que negligenciou durante décadas, pilares básicos como saúde, formação e proteção social das suas classes média e baixa.
Quando a estrutura falha, o eleitorado torna-se permeável a lideranças erráticas, movidas por ódio acumulado que cega perante erros alheios, ainda que menores e óbvios.
Democracia e o valor da Paz
Não é criticar a Democracia por erros em tempos de Paz, mas sim de considerar que ela é um organismo vivo que precisa proteção e exige uma renovadora manutenção.
Ao abdicar do cuidado intensivo com a educação dos seus cidadãos, o sistema fica vulnerável à demagogia.
A História ensina-nos que o vazio da alfabetização política é rapidamente preenchido por lógicas totalitárias, oligarquias ou teocracias que, invariavelmente, conduzem à guerra e ao sacrifício... de gerações.
A Paz que vivemos há mais de 80 anos é o bem mais precioso das sociedades democráticas na Europa. O único que permite que as próximas gerações continuem cumprindo este legado.
Quando esse bem é esquecido — como se viu em Portugal no passado — o resultado foi o crescimento possibilitado a forças extremistas as quais - capitalizando descontentamento de novas gerações impreparadas - desconsideram e minimizam o muito conseguido em Democracia.
Não há sistemas políticos sem falhas!
Mas há apenas UM de todos para todos e, outros, de todos para um só indivíduo ou pequeno grupo.
E a Democracia só sobrevive se for capaz de formar as gerações imunes ao canto da sereia do autoritarismo.
Ignorar o pilar educação não é apenas uma falha política; é negligência civilizacional.
Aqueles que esquecem a exigência de liberdade de discernimento, facilitando ferramentas para tal, condenam não apenas o presente mas também o futuro e não devem governar.
quarta-feira, 25 de março de 2026
Viajando e governando...!
A Matemática do Absurdo: Onde Param os Milhões das Viagens?
É urgente falar sobre a obscenidade dos gastos em viagens do Governo. Entre o executado em 2024 e o projetado para 2026, assistimos a um assalto planeado ao erário público sob o pretexto de "deslocações".
O Raio-X do Gasto
Se considerarmos uma viagem padrão de 3 dias a Bruxelas (Voo em executiva, alojamento e ajudas de custo) num valor de 1.600€, os números do Orçamento do Estado revelam uma realidade paralela:
- 2024: 113,3 Milhões €
- 2025: 156,6 Milhões € (+38%)
- 2026: ~165 Milhões € (Projetado)
O "Impossível" Político
Com 165 milhões de euros, o Governo está a orçamentar o equivalente a 103.125 viagens individuais de três dias a Bruxelas.
Se dividirmos este valor pelos 58 governantes atuais, cada um teria de realizar 1.778 viagens por ano. Matemática e fisicamente, isto significaria que cada governante passaria 5.334 dias por ano fora do país.
Como o ano só tem 365 dias, a pergunta é inevitável:
Quem está, afinal, a viajar com o nosso dinheiro? ,
Serão comitivas intermináveis de assessores?
Serão custos sumptuários escondidos?
Mais espantoso: Onde estão os naturais protestos da Oposição que NÃO SE OUVEM?
Ou é apenas a mais pura falta de escrutínio e o risco de um défice excessivo a ser alimentado por mordomias?
A Exigência de Auditoria
Num país com dois milhões de pobres, onde a inflação ronda os 2% e os meios digitais permitem trabalho remoto, este aumento de quase 50% de deslocações em dois anos é uma traição à confiança do eleitor.
Para que servirão os sistemas de teleconferência?
Será que apenas presencialmente será possível avaliar e discutir situações?
Exigimos:
- Auditorias Internacionais Obrigatórias: Equipas independentes, sorteadas sob sigilo, para analisar cada euro gasto em consumo intermédio.
- Transparência Digital: Um portal onde o cidadão possa ver, em tempo real, quem viajou, com que acompanhantes e com que justificação, bem como o(s) motivo(s).
- Relatórios dessas reuniões em sumário(s) executivo(s) de leitura clara e fácil para um cidadão com a escolaridade obrigatória e colocados no site do governo nas duas semanas posteriores à deslocação.
- Responsabilização Direta: O Primeiro-Ministro e o Presidente da República não devem assinar estes orçamentos sem explicar a quem neles confiou este desvio da realidade. É um abuso à confiança neles delegada!
A impunidade perante o exagero é o que destrói a Democracia.
Enquanto o Governo voa em executiva, o povo fica em terra a pagar a fatura.
domingo, 22 de março de 2026
Ideais versus causas. A crise da Democracia.
Deputados em lista, como desvio à validade democrática.
A Esquerda, da qual fiz parte, com orgulho e moralmente, de arma na mão — impulsionada, sem dúvida, pela audácia da extrema-esquerda — parece ter-se perdido pelo caminho.
Trocámos a guerra dos grandes ideais por escaramuças em "causas" de nicho, muitas vezes ditadas por conveniências de calendário eleitoral.
Esquecemos um princípio básico: as causas específicas têm o seu lugar natural na educação e sensibilização social.
Quando tentamos forçar estes interesses de grupo para o centro da política geral, o resultado é a fragmentação.
O foco no "geral" perde-se, e o preço dessa escolha é alto: paga-se com a incompreensão do eleitor, com contestação silenciosa e com abstenção.
O Erro do "Blindado" por Listas
Considerar que eleições "em lista" são suficientes para representar as várias sensibilidades em qualquer partido é um erro estratégico e democrático.
Este modelo protege o "amiguismo" e distancia o deputado do cidadão:
- O eleitor merece uma relação direta e palpável com quem o representa.
- Votar numa lista de desconhecidos, escolhidos por serem "fiéis" às direções partidárias, aniquila o sentido de responsabilidade política que um candidato deveria ter para com o seu eleitor
A Constituição Não É Obstáculo
É preciso desmontar a narrativa de que a Constituição da República Portuguesa (CRP) impõe este distanciamento.
A CRP não obriga a listas fechadas e impenetráveis.
Os partidos têm a liberdade - se o desejarem - de implementar "primárias distritais abertas" a militantes e simpatizantes para designarem OS SEUS candidatos a deputados.
O que falta não é base legal, é coragem política.
Um Caminho para a Regeneração
Para salvar a democracia do crescimento dos extremismos, precisamos de injetar transparência no sistema.
Transparência para o Cidadão:
Democracia exige que a informação flua fácil e clara, logo digerível pelos eleitores, para acompanhar as governações.
O eleitor deve ter acesso a sumários executivos claros por entidades especializadas, diversas, internacionais e - através de software auditado regularmente por entidades plurinacionais - sorteadas, reportando como os seus governantes estão a gerir o bem comum.
Este é o momento de decidir: ou reformamos o sistema para o tornar transparente e aproximar deputados do povo ou, continuaremos a alimentar a narrativa que apenas serve interesses a quem quer destruir - com aproveitamento pessoal - a democracia por dentro.
quarta-feira, 18 de março de 2026
Onde se vive melhor...
Um louco comanda o mundo!
Convém pensarmos... enquanto existimos...: Como foi possível permitir que um sociopata, alegado pedófilo, alegado autor de fraud...
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Como todos os sistemas políticos, o democrático está longe da perfeição! Sendo embora o que mais liberdade individual permite aos seus cida...
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Terá a ver com o publicado, o não publicado e a verdade, como o bom-senso a entende. Isto para tentar justificar o seguinte: O p...
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Se o leitor se colocar na pele de imigrante, sentirá que ter onde viver é fundamental para reiniciar a sua vida, necessariamente, dura...! T...