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quinta-feira, 23 de outubro de 2025
Um exemplo!
quinta-feira, 24 de julho de 2025
Futebol
As equipas mantinham os jogadores durante anos, como quem cultiva uma vinha: com tempo, paciência e amor à camisola.
Os adeptos iam ao estádio, compravam bilhetes e, imagine-se, sustentavam os clubes com a sua paixão.
Hoje é outro o campeonato. Literalmente.
Mais de trinta anos depois, os títulos europeus são lendas contadas aos netos.
Os jogos? Estão todos na TV, embrulhados em horas de programas onde ex-jogadores viram filósofos, os canais perseguem autocarros como se fossem carruagens reais e onde se discute, com ar sério, quantas vezes um lateral pisca o olho antes de cruzar.
Os grandes protagonistas?
Já não são os craques. São os intermediários!
Vendem sonhos, compram ilusões e levam comissões.
Muitas...!
Têm carteiras cheias, clubes com dívidas e uma fé inabalável: a de que a torneira, da alienação, nunca secará...
Há emblemas que trocam de equipa como quem troca ilusões: Uma nova a cada semana.
O dinheiro corre veloz, muitas vezes em direção a sítios onde o sol brilha mais... e os impostos menos.
Gosto de futebol. Ainda.
Do jogo, da bola, do grito espontâneo.
Agora, apaixonar-me por este circo financeiro?
Obrigado, mas passo.
Prefiro um jogo entre amigos. Sem VAR...
sábado, 1 de julho de 2023
O futebol e Ronaldo.
quarta-feira, 24 de maio de 2023
Escolher como se nasce...!
domingo, 6 de março de 2022
De repente, a covid desapareceu e o futebol escondeu-se...!
A invasão de um país pelo seu vizinho, ocupa 24h sobre 24h os tempos de antena em todos os canais noticiosos, repetindo à exaustão os detalhes necessariamente escabrosos do assunto.
Mantêm-se os inefáveis e lucrativos, intervalos publicitários.
Tudo aparenta que, sem publicidade, o mundo não vive. Ela sobrevive ao covid, condiciona o futebol, impõe-se à guerra, à crise financeira... Quem a paga, lucra com tudo isso, encaminhando os mass media para o que parece mais suculento ao instinto humano.
Ampliar o interesse, o espanto, o medo sobre esses temas, aumentando as audiências logo, os proveitos - os preços - da publicidade sistematicamente intercalada e repetida, qualquer o assunto que seja.
Repórteres sem alma, comentadores - bem pagos - atraem para os seus pobres pontos de vista as duras realidades que nós julgamos testemunhar. Pela sua opinião, interpretação e selecção de quem decidem ouvir ou filmar.
Este o mundo que vivemos1 Condicionado por interesses económicos que encomendam detalhes escabrosos, aos media que nos injectam verdades convenientes...
Apesar de tudo MUITO MELHOR do que o mundo onde bandidos assaltaram o poder e fisicamente limitam a vida aos que deles dependem, levando a guerra aos vizinhos que deles não querem depender!
Que fique claro: A NATO não avançou para o leste europeu, após 1989.
Foi a implosão do império soviético, a miséria a que a ditadura dita comunista sujeitou, durante 70 anos milhões de humanos, quem os obrigou a ver na NATO a alternativa possível para que o regime que os submeteu, não regressasse mais.
A Ucrânia não o fez. As consequências estão à vista!
Onde se vive melhor...
... este é o critério único que, em minha opinião, deve servir para comparar os sistemas políticos vigentes - há mais de vinte anos - en...
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Como todos os sistemas políticos, o democrático está longe da perfeição! Sendo embora o que mais liberdade individual permite aos seus cida...
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Terá a ver com o publicado, o não publicado e a verdade, como o bom-senso a entende. Isto para tentar justificar o seguinte: O p...
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Se o leitor se colocar na pele de imigrante, sentirá que ter onde viver é fundamental para reiniciar a sua vida, necessariamente, dura...! T...