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quarta-feira, 25 de março de 2026

Viajando e governando...!


A Matemática do Absurdo: Onde Param os Milhões das Viagens?

​É urgente falar sobre a obscenidade dos gastos em viagens do Governo. Entre o executado em 2024 e o projetado para 2026, assistimos a um assalto planeado ao erário público sob o pretexto de "deslocações".

​O Raio-X do Gasto

​Se considerarmos uma viagem padrão de 3 dias a Bruxelas (Voo em executiva, alojamento e ajudas de custo) num valor de 1.600€, os números do Orçamento do Estado revelam uma realidade paralela:

  • 2024: 113,3 Milhões €
  • 2025: 156,6 Milhões € (+38%)
  • 2026: ~165 Milhões € (Projetado)

​O "Impossível" Político

​Com 165 milhões de euros, o Governo está a orçamentar o equivalente a 103.125 viagens individuais de três dias a Bruxelas.

​Se dividirmos este valor pelos 58 governantes atuais, cada um teria de realizar 1.778 viagens por ano. Matemática e fisicamente, isto significaria que cada governante passaria 5.334 dias por ano fora do país.

​Como o ano só tem 365 dias, a pergunta é inevitável: 

Quem está, afinal, a viajar com o nosso dinheiro? ,

Serão comitivas intermináveis de assessores? 

Serão custos sumptuários escondidos?

Mais espantoso: Onde estão os naturais protestos da Oposição que NÃO SE OUVEM?

Ou é apenas a mais pura falta de escrutínio e o risco de um défice excessivo a ser alimentado por mordomias?

​A Exigência de Auditoria

​Num país com dois milhões de pobres, onde a inflação ronda os 2% e os meios digitais permitem trabalho remoto, este aumento de quase 50% de deslocações em dois anos é uma traição à confiança do eleitor.

Para que servirão os sistemas de teleconferência?

Será que apenas presencialmente será possível avaliar e discutir situações?


Exigimos:

  1. Auditorias Internacionais Obrigatórias: Equipas independentes, sorteadas sob sigilo, para analisar cada euro gasto em consumo intermédio.
  2. Transparência Digital: Um portal onde o cidadão possa ver, em tempo real, quem viajou, com que acompanhantes e com que justificação, bem como o(s) motivo(s). 
  3. Relatórios dessas reuniões em sumário(s) executivo(s) de leitura clara e fácil para um cidadão com a escolaridade obrigatória e colocados no site do governo nas duas semanas posteriores à deslocação.
  4. Responsabilização Direta: O Primeiro-Ministro e o Presidente da República não devem assinar estes orçamentos sem explicar a quem neles confiou este desvio da realidade. É um abuso à confiança neles delegada!

A impunidade perante o exagero é o que destrói a Democracia. 

Enquanto o Governo voa em executiva, o povo fica em terra a pagar a fatura.




sábado, 25 de janeiro de 2025

Viagens dos governantes.

Este governo prevê gastar, em 2025, mais de 156,6 milhões de euros em viagens. É um aumento de 38%, face aos quase 113,3 milhões de euros previstos pelo governo anterior, para o ano de 2024.

O que justifica este aumento de 38% em viagens de governantes e seus assessores?

Mais fora? 
Mais intervenções internacionais dos governantes nacionais? 
Nova presidência portuguesa da UE em 2025?

Parece que nada disto irá acontecer.

Num mundo onde as teleconferências são uma rotina gratuita, o que fará o governo prever mais 38% em viagens, hotéis, refeições...

Se algum de vós perguntar a qualquer antigo governante o que conseguiu em viagens ao estrangeiro, além de um sorriso, certamente dirá: pouco, muito pouco...

A razão mais badalada será: "a cadeira com o nome de Portugal não pode ficar vazia..."

Enfim, turismo e/ou negócios privados... a verdade oculta!




A esquerda é, acreditem, corrupta!

​Estou exausto de observar como a narrativa mediática dominante — estruturalmente dependente de grandes grupos económicos e financeiros — ...