...mas poupem-me à parvoíce. Ou à presunção de que sou parvo.
Há mais de uma semana que a atualidade nacional vive num estado de inundação permanente, interrompida apenas pelo futebol.
Os media parecem empenhados em dar tempo de antena às 4 centenas de licenciados que Portugal, na área da informação, forma anualmente permitindo-lhes reciclar o mesmo nada, vezes sem conta.
Entre a profecia do desastre e a perseguição inquisitória a governantes e forças de socorro, falta tudo: falta critério, falta solidez e falta, sobretudo, honestidade intelectual.
O que vemos é um funil emocional.
Sob o pretexto do interesse público, vende-se o drama privado para alimentar uma máquina publicitária voraz, que nos assalta a cada cinco minutos com 'breves instantes' de puro consumo.
No fim, a lama que fica nos sapatos dos repórteres é a mesma que tentam atirar à nossa inteligência.
A minha verdade. Sem "apoio" de publicidade. Ao abrigo do artigo 37º da CRP. Divulgue este blog pelos seus contactos...!
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
Detesto ser injusto...
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