A minha verdade. Sem "apoio" de publicidade. Ao abrigo do artigo 37º da CRP. Divulgue este blog pelos seus contactos...!
sábado, 1 de novembro de 2025
O Cavalo de Tróia do séc XXI.
quinta-feira, 9 de outubro de 2025
O Grande Cinismo Ocidental
quarta-feira, 17 de setembro de 2025
E você?
Criticizing politicians and leaders is a common pastime just about everywhere you go.
But here’s the question I want to ask: "What would you do instead to improve the situation?"
Almost without fail, the critics have no real understanding of the problem's context or circumstances. They lack any valid alternative proposals, can't assess the costs, the international financial implications, or the consequences of their suggestions.
Still, that doesn't stop them from speaking their mind to family, friends, or coworkers. It seems the need for some people to gratuitously voice their opinions is an uncontrollable impulse.
Hopefully, Artificial Intelligence can help these individuals who, in fact, are victims of chronic and self-serving media cycles.
sábado, 21 de junho de 2025
O ImediaTISMO, como inimigo da reflexão...!
A cada dia, um novo título bombástico surge, justificando a compra do jornal, a visualização de um vídeo ou o clique em uma notícia.
Essa estratégia publicitária, muitas vezes bem orquestrada, consegue apagar quase por completo a nossa atenção para análises mais profundas, reflexões críticas ou discussões que possam enriquecer nossa compreensão do que realmente está acontecendo.
Ao invés, somos levados a consumir uma enxurrada de informações superficiais, que se apagam tão rapidamente quanto surgem, deixando para trás uma sensação de urgência e de novidade constante.
Esse ciclo de notícias torna-se um verdadeiro carrossel mediático, monopolizando as conversas em família, entre colegas e amigos, os quais também estão, simultaneamente, sendo bombardeados pelo mesmo tema.
Deste modo, a discussão coletiva reduz-se a uma repetição de manchetes, sem espaço para reflexão ou análise aprofundada.
Diante desse cenário, torna-se cada vez mais raro encontrar momentos de análise crítica, de pensamento detalhado e de reflexão profunda.
A discussão que vai além do sensacionalismo, que busca enquadrar os acontecimentos em um contexto histórico e social mais amplo, é cada vez mais escassa.
Essa reflexão, livre de interesses comerciais ou publicitários, é fundamental para que possamos compreender verdadeiramente os fenómenos verdadeiramente importantes que nos cercam, em vez de sermos apenas consumidores passivos de notícias efémeras e superficiais sem consciência profunda do presente e incapazes de projectar qualquer futuro.
sábado, 7 de junho de 2025
Os media...! 😒
sábado, 18 de janeiro de 2025
Corrupção!
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024
Macaco, a vedeta.
terça-feira, 28 de novembro de 2023
O altar dos media.
quarta-feira, 18 de outubro de 2023
Irão
Quase sempre, são minorias activas quem vai torcendo a realidade em favor dos seus alvos regra geral, muito negativos, quando se trata de conflitos entre níveis civilizacionais.
Tenho bastante idade, e lembro-me do que começou por ser trabalho de minorias activas, colocando a avidez mediática ocidental ao seu serviço: a contestação a Reza Pahlevi, Xá da Pérsia (Irão), por praticar assassinatos entre os seus opositores.
Em breve, todo o Ocidente exigia a cabeça de Reza Pahlevi, que era um ditador com hábitos sociais ocidentalizados.
Os EUA retiraram-lhe o apoio!
Pahlevi foi deposto pelas ruas. Veio para o substituir um "santo" homem de Paris: O Ayatollah Khomenei.
Como papa dos xiitas, iniciou o seu mandato fuzilando, diariamente, mais de 1.000 opositores durante semanas. As minorias activas silenciaram-se. Ou porque se envergonharam ou, porque já teriam feito o seu trabalho...
Hoje o Irão é o que se vê...!
Aprendi então uma lição: Serão todos bandidos! Mas alguns são OS NOSSOS bandidos...
O projeto nuclear iraniano iniciou-se em 1950, com apoio dos Estados Unidos.
No entanto, após de 1979, fim do reinado de Reza Palhevi e início do reinado xiita, o programa paralisou.
Na década de 1990, com um acordo com a Rússia, o programa nuclear do Irão recomeçou.
Há cerca de um mês, os dirigentes religiosos-políticos xiitas impediram a AIEA (Agência Internacional de Energia Atómica) de efectuar uma inspeção local, visando garantir ao mundo que o programa nuclear iraniano apenas visava fins pacíficos.
Recordo que o Irão tem como objectivo religioso(?) eliminar Israel da face da Terra.
Daqui o avanço dos EUA com dois porta-aviões, pelo menos um com capacidade nuclear, para o Mediterrâneo Oriental.
sábado, 23 de setembro de 2023
Apoio aos juros!
domingo, 3 de setembro de 2023
Crise de habitação?
quinta-feira, 13 de julho de 2023
As Comissões Parlamentares de Inquérito.
segunda-feira, 26 de junho de 2023
Espaço mediático.
sábado, 27 de maio de 2023
Todos somos, naturalmente, corruptos!
terça-feira, 16 de maio de 2023
Mais uma... dos media
De facto a impunidade, sob a capa de liberdade de imprensa, é demasiada. Já nem falo da quase total ausência de consequências sobre mentiras ditas, interesses defendidos ou perseguições crónicas a entidades.
Nem refiro detalhes do triste facto de todos os canais serem privados, dirigidos ao lucro financeiro publicitário mesmo quando pagos pelo contribuinte - sem que a este seja dada a oportunidade de sobre tal se pronunciar directamente - como seja a RTP1 que, por acaso, rivaliza com a TAP em tachos, cambalachos e ordenados pagos a amigos e familiares de actuais e ex-governantes, há cerca de 50 anos.
A tv privada "Sic" tem um programa para o qual convidou - porquê, com que critérios? - 4 indivíduos que se mantém nesse programa há mais de 10 anos. Falo de "O último apaga a luz" onde a par de poucas saídas sérias, sobressaem posturas típicas de vaidade e afirmação pessoal particularmente dos elementos mais jovens.
Um deles teve o desplante, no último programa desta vetusta série, de afirmar que em Espanha já existem 700 dessalinizadores para combater as "alterações climáticas".
Uma consulta rápida e simples ao Google diz esse número ser 68... Como é possível que um rapaz - que já se afirmou de neoliberal acrescentando, não saber muito bem o que isso é... - nada sofra como consequência da sua inépcia, pesporrência e imaturidade?
Porque lhe paga a Sic para este espécime ali estar sentado semanalmente durante 1 hora?
Aceitam-se sugestões...
quarta-feira, 3 de maio de 2023
MUITO BEM, António Costa.
Depois de uma histeria obsessiva dos media, que dura desde finais de Março - certamente picados pelas esporas de uma oposição aflita com falta de argumentos político-económicos - atacando a gestão da Tap, que, diga-se, procede muito mal há décadas sem que os media se tenham importado com o facto.
Costa mostrou que quem foi eleito para governar, foi ele. Não os media.
Por maior, mais intrusiva, mais persecutória, mais insidiosa que a vossa campanha agrade, a quem vos paga publicidade.
Está em causa a saturação social pela obsessão mediática, e há leaders que o entendem bem.
sábado, 1 de abril de 2023
O emprego dos humanos.
Foi cerca de 1990 que senti pela primeira vez a dimensão do probabilíssimo impacto próximo da robótica.
Uma das minhas rotinas de trabalho - conseguida pelo olho humano embora com alguma margem de erro, após dois anos de treino dedicado - era agora substituída por um terminal PC com sensores periféricos, com muito maior precisão de avaliação e por forma constante, trabalhando 24h/dia, 30 dias/mês, 365 dias/ano, em vez das minhas 8 horas/dia...
Sem incómodas paragens para fins-de-semana, feriados, férias, doenças ou recebimento de ordenados e subsídios de refeição bem como, formulação de reivindicações salariais...
Nada menos do que 15 a 25 postos de trabalho humano eram aí, potencialmente, substituíveis a prazo.
E pouco tempo depois, foram-no.
Terá começado aqui a sobreprodução industrial, o enriquecimento disparatado com a inerente concentração de capital - 50% da população trabalhadora mundial menos remunerada, aufere tanto como como os 5% mais ricos - a precariedade e o fim do emprego humano tradicional, com consequências para financiamento dos estados e com sobrecarga dos esforços das seguranças sociais.
O que eu hoje consideraria a notícia do dia mas, que a maioria dos media não refere, e o jornal "Público" de 30-03-2023, relega para páginas interiores, dedicando-lhe aí um curto espaço num terceiro e último parágrafo encimado com a foto de um dos 5% mais ricos do globo, Elon Musk, diz:
" No formato actual, a tecnologia (Chatgpt) deve causar uma "disrupção significativa" no mercado de trabalho, com o fim de 300 milhões de postos, segundo o relatório do banco Goldman Sachs. Segundo o documento, empregos que requerem muito trabalho físico correm menos risco. Por outro lado, trabalhos de escritório e de apoio administrativo têm a maior proporção de tarefas que podem ser automatizadas".
Porque será que uma imprensa que se diz livre, minimiza ou omite este tipo de alertas do maior interesse para a população trabalhadora e para o estado? De tal modo grave e impactante que o governo italiano nesse mesmo dia, bane o chatgpt do seu território, alegando embora motivos laterais.
O banco Goldman & Sachs é o maior banco global de investimento, credor das divisas que empresta a estados, que constitui parcial ou totalmente a dívida pública destes. Uma entidade a ter em conta e em cuidado...
sexta-feira, 20 de janeiro de 2023
A estratégia antidemocrática dos media.
Há cerca de duas semanas, diariamente, o Correio da Manha (CM) lança um escândalo no Governo.
Primeira página e ecos corrosivos em tudo o que é media. Aliás, os media nunca falam de política governativa mas só nos podres dos seus executantes...
Divulgar, comentar, sugerir, comparar, inferir... Nem pensar. Isso não é jornalismo. Jornalismo será, apenas, vender veneno. Veneno e publicidade é o que os leitores gostam, consomem e merecem.
Claro estará, tudo de irregular ou criminoso praticado por eleitos ou indivíduos por eles designados, deve vir a público mas por investigação do Ministério Público e posterior julgamento.
Os media, nos sistemas democráticos, dirigem a liberdade de imprensa para os esgotos da libertinagem, perseguição e comercialização típica das sociedades comerciais privadas, que o são, com um objectivo exclusivo: lucro.
Duas questões:
- A corrupção só começou agora? Onde estavam os media nos últimos 50 anos?
ou
- A corrupção sempre existiu e aos donos (accionistas) dos media não interessava o seu conhecimento?
A opinião pública está mais alerta agora? Mas quem a alerta? Não são os media, na medida em que isso lhes interessa ou seja, lhes dá dinheiro legal e, quem sabe, dinheiro por debaixo da mesa?
Porquê os escândalos propaladíssimos nos corredores políticos e jornalísticos, antes de serem conhecidos pela opinião pública, no BPN, BES, BCP, Banif que custaram aos nossos impostos mais de 20.000 milhões de euros, só mereceram intervenção jornalística após entrada em acção do MP?
Mas os escândalos da Alexandra Reis, do Miguel Pinho, do Miguel Alves... que, no conjunto, não atingem 1 milhão de euros, são alvos de perseguição diária, telejornais, comentários aventureiros e especulativos de colegas jornalistas... enfim, um festim de matilha.
Esta corrosão sitemática, em quê ajuda o sistema democrático?
Acaso os media, com a sua conveniente interpretação de liberdade de imprensa, ajudam a estabilizar, moralizar ou credibilizar a Democracia?
Porque não fazem eles campanha pela submissão obrigatória anual de políticos eleitos e nomeados, a um polígrafo digital?
De que tem eles medo? Que submetam ao polígrafo também jornalistas?
E eu a pensar que quem divulgava mentiras eram só as, novas, redes sociais...
quinta-feira, 20 de outubro de 2022
As "notícias" convenientes.
Nada tenho pessoalmente contra os media. Creio mesmo que são essenciais no desenvolvimento dos sistemas democráticos como pilares fiscalizadores e esclarecedores de situações que o mereçam.
Já contra a libertinagem de imprensa, tenho tudo.
Ninguém duvida da completa dependência económica privada dos media - a RTP, além desta, é subsidiada pelo estado anualmente, com parte importante dos 200 milhões de euros para o audio-visual, pagos por nós mensalmente na factura de electricidade - obrigando-os a reduzir, tanto quanto possível, notícias desagradáveis aos seus accionistas, focando a insinuação, o destaque, a repetição dos temas diários de conversa social, apenas e só, sobre os apregoados erros do estado democrático.
Incrivelmente este é o único sistema político que encolhe os ombros à libertinagem mediática.
Hoje ainda, a divulgação mediática de um ofício da fornecedora de 45% do gás adquirido pela Galp (mais um erro astronómico de gestão de fornecimento em favor do lucro da empresa), apresentando como motivo da falha de futuras entregas de gás, as consequências de inundações que ocorriam na Nigéria.
Ocorriam? E ninguém sabia de nada? Pensei logo em desculpa de mau pagador da Nigéria LNG, para não cumprir o contracto com Portugal e conseguir melhores preços num mercado em escassez do produto.
Mas não! Dois dias após o ofício da empresa se tornar público, os media nacionais incluíram nos noticiários grandes inundações na Nigéria, os quais já teriam provocado 600 mortos e o caos generalizado nesse país.
Porém, nada haviam referido. Não interessaria aos seus accionistas aquela desgraça. Outras mais suculentas, encheriam os noticiários. 600 mortos? Não têm interesse mas, um assassínio qualquer em terras lusas, dá direito a reportagem local e é repetida várias vezes por dia (Nem refiro o estafado racismo aparente). Só aquando do surgimento do aviso da provável falha de fornecimento é que as cheias na Nigéria foram referidas. Como notícia. Requentada, claro.
Também será esclarecedor da moralidade mediática, os vencimentos principescos pagos a quem diariamente dá a cara repetindo ser o salário mínimo muito baixo...
Libertinagem e liberdade de imprensa não podem ser confundidas.
Aqui, como em qualquer sector da vida, libertinagem deve ser reprimida.
Só liberdade com responsabilidade, pode existir.
quarta-feira, 12 de outubro de 2022
Hipocrisia, inépcia ou simples ignorância?
Porque será que só agora os media relatam pedofilia de padres da igreja católica?
Na primeira metade do século XX, onde já existiam media embora subservientes aos poderes instituídos, sabia-se do facto de essa instituição apenas admitir indivíduos com voto de celibato, a tornava como destino plausível, para portadores de desvios sexuais à normalidade.
A moral de fachada da sociedade ocidental de então era em tudo, muito semelhante à das sociedades menos evoluídas da actualidade. Sem ponta de tolerância para qualquer comportamento desviante. Penas de prisão, ostracismo, ridicularização e humilhação pública eram e são praticadas.
Difícil será entender como só agora os media, e apenas na justa medida que os assuntos aparecem nas várias justiças, os colocam nas suas páginas e debates em televisão. Onde terá estado, durante décadas, o jornalismo de investigação?
E em que medida as sociedades que encaram a pedofilia, a limitam? O Código Penal Português, no seu artigo 171, nºs 1 e 2 pune esta prática sexual com um máximo de 4 anos de prisão. Dou de barato 4 anos compensarem para a lei vida(s) estragada(s)...
Mas digam-me os doutos incriminadores: Depois de 4 anos de clausura o criminoso, porque punido, vai alterar a sua conduta sexual? Deixará de ser pedófilo?
A gritante resposta é NÃO!
Aqui, sou favorável à chamada "castração" química (cq). O peso da palavra castração inibe que o processo, por ignorância ou limitação mental, coloca de lado a possível solução que a ciência hoje disponibiliza. A cq mais não é que uma injecção* com efeito de reduzir a líbido até um ano, após o qual o injectado a recupera totalmente, tendo de ser renovada.
Por isso, solicito às entidades responsáveis mais conhecimento, respeito pelos cidadãos e menos demagogia.
Claro que os media não falam deste assunto. Preferem crucificar o Presidente da República o qual, por razões que agora aqui não comento, por ter um espírito solidário-cultural mal resolvido, hoje teve - desnecessariamente - palavras infelizes sobre o assunto.
Continuam, os media, sem serem parte da solução mas, vendem muita publicidade. E isso é que lhes interessa, verdade?
*https://pt.wikipedia.org/wiki/Castra%C3%A7%C3%A3o_qu%C3%ADmica
Onde se vive melhor...
... este é o critério único que, em minha opinião, deve servir para comparar os sistemas políticos vigentes - há mais de vinte anos - en...
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Como todos os sistemas políticos, o democrático está longe da perfeição! Sendo embora o que mais liberdade individual permite aos seus cida...
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Terá a ver com o publicado, o não publicado e a verdade, como o bom-senso a entende. Isto para tentar justificar o seguinte: O p...
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Se o leitor se colocar na pele de imigrante, sentirá que ter onde viver é fundamental para reiniciar a sua vida, necessariamente, dura...! T...