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terça-feira, 10 de março de 2026

Japão e Irão...

Para que se não esqueça e considere:

A História diz-nos que o Japão em 1942 era uma potência militarista  agressiva, mantendo hábitos medievais onde o Imperador era visto como uma divindade, e que ocupou cidades como Pequim e Xangai.

​A 6 e 9 de agosto de 1945, a administração Truman, após ser informada de que uma invasão terrestre no arquipélago japonês custaria a vida a cerca de um milhão de soldados americanos (estimativas da Operação Downfall), ordenou o lançamento de duas bombas atómicas sobre Hiroshima e Nagasáqui. 

O impacto causou a morte de aproximadamente 200.000 a 400.000 pessoas (entre efeitos imediatos e posteriores), incluindo militares e civis.

O Japão rendeu-se sem condições. Iniciou então, e mantém até hoje, um sistema democrático.

​Três décadas após 1945, o Japão e a Alemanha — beneficiando do Plano Marshall na Europa e de investimentos equivalentes no Pacífico — emergiram como segunda e terceira potências económicas mundiais, logo após os EUA. 

Nem a Alemanha nem o Japão foram posteriormente esmagados por genocídios ou excluídos da ordem internacional; pelo contrário, foram completamente integrados no bloco democrático. 

Em resposta, nunca se registaram, por parte destas nações, atos de terrorismo ou escaramuças contra os EUA.

​Estas evidências históricas levam-me a concluir que apenas uma demonstração de força verdadeiramente impressionante poderá, no presente, dominar civilizações ainda presas por ditadores ou teocratas que - para proveito próprio - incutem e aterrorisam as populações que dominam, com místicas e ações próprias da Baixa Idade Média, em pleno no século XXI.

A mentalidade aburguesada, pacifista, de amor extremo e incondicional pelas tenras idades promovidos - e bem -pelos sistemas políticos democráticos, tornaram-se fragilidades aproveitadas pelos seus inimigos para os inibir de responder a ataques hediondos, sem gota de humanidade, que estes regularmente, cometem.

Como evitar que tal continue ou se agrave?






domingo, 8 de março de 2026

Irão e Rússia...

É interessante ver o apoio que o Irão de Khamenei I deu à “operação militar especial”: milhares de drones Shaed são, ainda, uma grande arma russa para manter, diariamente, o terror que mantém sobre a Ucrânia há quatro anos.
No momento que o Irão precisa de Putin, responde-lhe o silêncio, a indiferença, a cobardia!

Como aconteceu na Venezuela, em Cuba, na Síria...

O estrondosamente falhado Putin, um dos raros amigos de Kim Jong-il, mantém o poder interno a qualquer preço, enquanto globalmente vai desaparecendo.

Para cúmulo, a desprezada pelos EUA, Ucrânia, oferece a estes a sua experiência em neutralizar Shaeds, pelos sucessos no campo de batalha obtidos contra esses drones, enviados por Putin.

Tal como Estaline, quando a coisa aquece Putin desaparece!





domingo, 22 de junho de 2025

REAGINDO...

Num mundo repleto de analistas bem pagos mas frustados, fala-barato ameaçadores, 5°s colunas de rua histérico-soviéticos... sinto-me à vontade para botar "faladura":

O século XXI - ao qual Israel, um pequeníssimo país e ÚNICA democracia no médio oriente, pertence e sobrevive desde a sua fundação, em 1948, amaldiçoado, ameaçado e atacado por enormes países vizinhos - tem uma civilização à qual me honra pertencer. 

Já no século XX, a Democracia mostrou e mostra, ser o sistema que mais tem contribuído para o desenvolvimento pessoal e  humanitário do mundo e, o ÚNICO sistema político que permite alternância pacífica de poder, liberdade (libertinagem) de imprensa, respeito pelos direitos humanos  (mulheres, cor de pele, sexualidade)..., respeito pelo acolhimento e proteção a minorias (religiosas, imigrantes, étnicas) mesmo àquelas que - declaradamente - a não respeitam mas, para países democráticos imigram...!

O Irão, um país governado por religiosos, que pratica a delapidação em mulheres, corte físico de mãos a ladrões, que logo após a tomada do poder em 1979 pelos religiosos, enforcou milhares de opositores por dia, durante meses, e há pouco tempo prendeu e assassinou jovens mulheres por recusarem terem o cabelo coberto por véu... aparece agora como VÍTIMA por ter sido atacado pelos USA que destruíram a sua fossa nuclear, a 90 m de profundidade onde - em nome de Deus - enriquecia urânio até ao nível capaz de produzir bombas nucleares.

O Irão religioso acusa agora os USA de desrespeitar deliberações da ONU...!
Um país que financiou, durante décadas, exércitos terroristas em territórios externos que raptaram, torturaram e assassinaram civis refugia-se nas leis que lhe parecem covenientes à sua total perfídia.

Detesto a personalidade de Trump, acredito mesmo ele ser um sociopata.
Mas, desta feita, foi bem aconselhado e decidiu bem.

A civilização do século XXI venceu esta batalha aos religiosos medievais.

Obrigado aos EUA por defenderem o presente e o futuro das garras do passado medieval !




quarta-feira, 18 de outubro de 2023

Irão


Quase sempre, são minorias activas quem vai torcendo a realidade em favor dos seus alvos regra geral, muito negativos, quando se trata de conflitos entre níveis civilizacionais.

Tenho bastante idade, e lembro-me do que começou por ser trabalho de minorias activas, colocando a avidez mediática ocidental ao seu serviço: a contestação a Reza Pahlevi, Xá da Pérsia (Irão), por praticar assassinatos entre os seus opositores. 

Em breve, todo o Ocidente exigia a cabeça de Reza Pahlevi, que era um ditador com hábitos sociais ocidentalizados.

Os EUA retiraram-lhe o apoio!

Pahlevi foi deposto pelas ruas. Veio para o substituir um "santo" homem de Paris: O Ayatollah Khomenei.

Como papa dos xiitas, iniciou o seu mandato fuzilando, diariamente, mais de 1.000 opositores durante semanas. As minorias activas silenciaram-se. Ou porque se envergonharam ou, porque já teriam feito o seu trabalho...

Hoje o Irão é o que se vê...!

Aprendi então uma lição: Serão todos bandidos! Mas alguns são OS NOSSOS bandidos... 

 O projeto nuclear iraniano iniciou-se em 1950, com apoio dos Estados Unidos. 

No entanto, após de 1979, fim do reinado de Reza Palhevi e início do reinado xiita, o programa paralisou.

Na década de 1990, com um acordo com a Rússia, o programa nuclear do Irão recomeçou.

Há cerca de um mês, os dirigentes religiosos-políticos xiitas impediram a AIEA (Agência Internacional de Energia Atómica) de efectuar uma inspeção local, visando garantir ao mundo que o programa nuclear iraniano apenas visava  fins pacíficos.

Recordo que o Irão tem como objectivo religioso(?) eliminar Israel da face da Terra.

Daqui o avanço dos EUA com dois porta-aviões, pelo menos um com capacidade nuclear, para o Mediterrâneo Oriental.





sexta-feira, 18 de novembro de 2022

Catar.

 É espantosa a forma rastejante como os media rasteiram os ditos das entidades que, sistematicamente, assediam com provocações e microfones, como se a razão máxima de existência mediática fora provocar palavras com que, ardilosamente, produzem palha para alimentar polémicas diárias.

 Nenhum media, durante os anos em que se soube da, espantosa, decisão da FIFA em realizar o campeonato do mundo de futebol de 2022 no Catar, se pronunciou contra a possibilidade da selecção nacional de futebol estar presente num país onde se não respeitam os direitos humanos.

 Porém, com o apuramento conseguido e a selecção a caminho eis que, cavalgando miseravelmente uma afirmação casual do PR, provocam o rebentamento do "escândalo". As primeiras figuras do estado deslocam-se ao Catar em apoio à sua selecção de futebol.

 Acaso se o PR, como habitualmente em visitas de estado, fretasse um avião para voo presidencial - pago pelos nossos impostos - e o enchesse de jornalistas para o acompanhar, continuaríamos a verificar este espontâneo, raro e intenso manifesto mediático contra o desrespeito aos direitos humanos no Catar?

 Como certamente 99% dos portugueses, considero ataques aos direitos humanos em qualquer parte do mundo, uma violência à NOSSA civilização no século XXI. Percebo no entanto que nesse mesmo mundo, existem civilizações que não evoluem ao ritmo - que considero muito rápido - da civilização ocidental.

 A leste da Europa, a sul da América e a sueste da Ásia é fácil encontramos civilizações que, face ao ritmo da ocidental, exibem um atraso de 50 ou mais anos, em África, no Médio Oriente ou na restante Ásia é fácil constatar atrasos de 100 ou muitos mais anos.

 Porquê agora e só o Catar? Porque vende publicidade aos media? 

 Já agora: Aquando da queda de Mohammad Reza Pahlavi, então Xá da Pérsia (ou Irão), todo os jornais e tvs ocidentais o consideravam um bandido, um ditador, um tirano. O Xá caiu. Veio de Paris, a "santa" figura de Ruhollah Khomeini, que instalou uma ditadura teocrática xiita no Irão, mandava matar em cada semana milhares de cidadãos e, hoje ainda, mata mulheres por questões de véu a cobrir mais ou menos cabelos, enquanto fornece drones a ditaduras amigas...

 Pahlavi seria um criminoso. Mas as relações dele com o ocidente (EU + EUA) eram as melhores. Os media ocidentais, contudo, foram os grandes arautos para fim do seu regime. 

 E que ganhou o mundo com isso? Que conquistaram os iranianos? Que ganhou o Irão? Que ganhou a Paz global?

 Pahlavi seria um bandido. Mas estava ao lado do Ocidente. Como está agora o Irão? Melhor? E o mundo ao seu redor? E os seus cidadãos, há 60 dias nas ruas?

 Qual a responsabilidade da "liberdade de imprensa" à época da revolução iraniana, que conduziu Khomeini ao poder?

 Quando num mundo que se quer solidário e em Paz, uma civilização dista muitos anos de outras, a ruptura, e todos os inconvenientes dela decorrentes, incluindo a guerra, são inevitáveis.

 Espero que os media e a sua, democrática, liberdade de imprensa não o esqueçam!

 


Onde se vive melhor...

... este é o critério  único  que, em minha opinião, deve servir para comparar os sistemas políticos vigentes - há mais de vinte anos - en...