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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Existe Poder Comum!


Defesa da Democracia: 

O Dever de Resistir

​Os ataques abertos ao espírito democrático — por quem conhece bem o abismo das teocracias e ditaduras — impõem-nos um dever inadiável:

Defender a liberdade a qualquer preço. 

É revigorante ver adversários históricos unidos num propósito comum: salvaguardar o modelo de sociedade mais avançado que a humanidade já construiu.


​A Anatomia da Tirania

​O desespero do aspirante a ditador manifesta-se em palavras que ferem como pedras, discursos corrosivos e perdão ultrajante a criminosos. 

É a barbárie institucionalizada!

Agentes encapuzados atuando contra populações civis sob o olhar complacente do poder.

​Quando a impotência se disfarça em justificação intelectual para chefes de estado e militares, o caminho ficou livre para a maior das monstruosidades: Um mundo é governado por um psicopata legitimado por voto popular de 2,7 milhões que podem dominar 8 biliões de pessoas


​O Voto do Despeito

​Que povo elege a loucura?

Um povo intelectualmente desprotegido, que encontra no caos a resposta para as falhas de um sistema que tudo prometeu e entregou o vazio.

Foram décadas de promessas quebradas: sem saúde, sem educação, sem dignidade na velhice.

​Enquanto a opulência dos bilionários floresce, o desemprego desespera as maiorias. 

O povo, negligenciado pelas elites que juraram servi-lo, elegeu agora o manifesto do seu próprio despeito.


​O Caminho da Reconstrução

​Mas cuidado: destruir o sistema não cura o mal; apenas abre as portas a mais anarquia, onde prospera. 

O caminho não é a demolição, mas a refundação

É preciso avaliar, substituir, limitar poderes e assegurar direitos.

​O mundo, com toda a sua complexidade, ficará ingovernável se as únicas ferramentas forem o ódio e a demência.



terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Análise política.


Ao longo dos últimos anos ouvimos, continuamente, analistas que, sobre tudo, opinam: jornalistas, politólogos, especialistas...
Toda esta panóplia, liberta-me de complexos opinativos...

Vou soltar o meu lado coscuvilheiro, maldizente e indocumentado sobre quase tudo para entreter os meus leitores.


Primeira questão

Que qualidade intelectual têm os eleitores de Trump e que perfil social, psicológico e profissional apresentam seus capatazes?

Não será a primeira vez na História que cortesãos aplaudem um louco. 
Em Portugal, D. Afonso VI (1643-1683), era o "Rei dos Rufias"...

Espero que não seja a última, sinal que sobreviveremos a um sociopata comandando o exército mais poderoso do mundo actual.

Difícil será, talvez, entender os espartilhos intelectuais que a ambição e desvergonha empurram, ao apoiar e defender uma óbvia loucura no poder.

Será, talvez a tentação, mas que mecanismos, que lógica, interesses, ideais ou futuro, poderão justificar proteção submissa à loucura?

Esta, uma das fraquezas da Democracia: 
Governos não eleitos pelo povo mas, nomeados. No caso, por um sociopata...


Segunda questão:

Incompreensível a justiça portuguesa, ou cúmplice da direita ressabiada?

Todos percebemos o ridículo das fugas do segredo de justiça para os media.

Todos sabemos que devido a um parágrafo da autoria de uma PGR implicando um PM, dois anos depois ainda inexplicado, caiu uma maioria absoluta, um governo e foram provocadas eleições legislativas.

Todos percebemos a conveniente fragilidade e fluidez das, nunca antes vistas, "averiguações preventivas" a políticos de primeiro plano...

Porém não é disto que, principalmente, pretendo falar...
Quero ser advogado dos mortos!
Daqueles que, sendo vítimas absolutas, já não podem falar.

A pena máxima no código penal português são 25 anos de cadeia.
O mesmo, se matar 1 ou 20 pessoas. 

Diz a minha lógica de justiça que quem mata, deve responder pelos anos de vida - face à média - que impediu outros de viver, e pelo valor financeiro que subtraiu à família dos assassinados.

Por cada vida ceifada!

Como está, o crime compensará e largamente. À justiça pede-se que seja justa. Não complacente nem egoisticamente preventiva.

E, aqui, não se trata ser de direita ou esquerda. 
É apenas tornar o crime menos compensador para quem o pratica e para quem dele vive!


Terceira questão:

Pagar para educar emigrantes?

O povo português paga, através de uma fatia dos seus impostos, custos na formação superior pública: Edifícios, instalações, equipamentos, professores, técnicos, administrativos, manutenções...

Tal investimento  - como qualquer outro - só se justifica se houver retorno.

Acontece porém, que qualquer jovem após terminar o seu curso superior fica livre para exercer actividade no estrangeiro, regra geral, em países com vencimentos superiores para as mesmas funções.
E onde fica o retorno para o povo português?
Com certeza que não haverá qualquer médico britânico exercendo em Portugal...

Assim é mais do que tempo para, quem quer exercer fora do país compensar financeiramente os portugueses por aquilo que investiram nesse jovem, em moldes a acordar.


English:

Over the past few years, we've continuously heard analysts opining on everything: journalists, political scientists, experts...

This whole range frees me from complex opinion-based views...

I'm going to unleash my gossipy, malicious, and undocumented side on almost everything to entertain my readers.

First question:

What intellectual quality do Trump's voters possess, and what social, psychological, and professional profile do their henchmen present?

It won't be the first time in history that courtiers applaud a madman.

I hope it won't be the last, a sign that we will survive a sociopath commanding the most powerful army in the world today.

It will be difficult, perhaps, to understand the intellectual constraints that ambition and shamelessness impose, supporting and defending obvious madness in power.

It may be the temptation, but what mechanisms, what logic, interests, ideals, future, could justify submissive protection of madness?

Second question:

The, to me, incomprehensible Portuguese justice system.

We all understand the ridiculousness of leaks of confidential information to the media.

We all know that due to a paragraph written by a Public Prosecutor, two years later, still unexplained, an absolute majority fell, a government was brought down, and legislative elections were triggered.

We all know the fragility and fluidity of the unprecedented "preventive investigations" into high-profile politicians.

However, this is not what I intend to talk about.

I want to be the lawyer for the dead!

For those who, being absolut victims, cannot speak.

The maximum penalty in the Portuguese penal code is 25 years in prison.

The same, whether you kill 1 or 20 people.

My logic dictates that whoever kills should be held accountable for the years of life – compared to the average – that they prevented and for the financial value they subtracted from the families of the murdered.

For each life they took!

Otherwise, crime will pay, and in large part. 


Third question:

The Portuguese people pay, through a portion of their taxes, for the costs of public higher education: buildings, facilities, equipment, professors, technicians, administrative staff...

Such investment – ​​like any other – is only justified if there is a return.

However, any young person, after finishing their higher education, is free to work abroad, generally in countries with higher salaries for the same functions.

And where is the return for the Portuguese people?

Certainly, there will be no British doctors practicing in Portugal...

Therefore, it is more than time for those who want to practice abroad, to financially compensate the Portuguese people for what they invested in that young person, in a manner to be agreed upon.










sexta-feira, 9 de maio de 2025

Um espinho vivo, na decência nacional!

Spinumviva:   

Spinumviva é serpente fina,
foge da lei como sombra na esquina.
Diz-se Europa — mas de alma vadia

Ela é África, na farsa vazia. Leve zero. Pague a dobrar.

Moral em saldo: Isto é um sempre a aviar.

Vergonha comunitária aética, pária. Mas quem trabalhou nessa firma árida? 

Ninguém se viu...! Veio do nada! Alguém riu.

Talvez em noite cerrada, salário mínimo e bandeiras como fachada? 

Do Hugo e seu reduto um outsourcing limpo, absoluto. 

Sem PDF, PowerPoint ou post-it, ainda que em estado bruto.

A empresa? Já é dos meus filhos...
Génios novos, magos da proteção
dada tal ética herdada, sem clientes nem jornada.

Não há lucro? É só coração,
versão Observador : Missão!

Mas vamos avante, tudo ético!
Cavaco o garante, em tom profético.

Tão transparente como o BES,
tão claro como café.


MP, não viu? 

Como sempre, falta-lhe visão!
Conveniente é culpar o imigrante e o "socialão"...

Por favor: Desapareçam! Talvez para a Venezuela, mas
esqueçam esta pátria como gamela...






segunda-feira, 24 de julho de 2023

Esquerda, Direita.

Todos sabemos que as designações Esquerda e Direita, quando aplicadas em política se referem a progressismo e conservadorismo social.*

Porquê esta classificação básica que sustenta as principais opções políticas?

Porque Esquerda é defensora de causas potencialmente interessantes para o futuro, por exemplo: Educação e Saúde gerais e gratuitas, apoios de natureza vária a quem necessita, atitude aberta à integração da generalidade da imigração.

A Direita é conservadora de contextos passadas,  especialmente úteis ao poder então dominante e seus beneficiários, por exemplo: Educação e Saúde maioritariamente pagas, minimização dos apoios sociais, intolerância à integração imigrante.

O maior ou menor esclarecimento de cada um de nós sobre estas diferenças, resultará na nossa opção eleitoral.

De forma estranha mas entendível, se avaliarmos a esmagadora importância da imagem individual mediatizada desde os anos 50 do século passado, verificamos que em certos períodos eleitorais a Direita é conduzida ao Poder por votos de uma boa parte da população que mais viria a beneficiar com políticas de Esquerda...

A imagem do principal candidato - mais alto, melhor falante, mais bem vestido - parace ser decisiva quando o directo opositor oferece qualquer dessas características menos acentuada.

A impunidade legal da promessa eleitoral falsa, também ajuda canditatos ambiciosos e irresponsáveis.
Para quando alterações constitucionais que anulem esta mentirosa possibilidade a aventureiros?


*https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Esquerda_e_direita_(pol%C3%ADtica)

quarta-feira, 12 de julho de 2023

Poder e Democracia.

É, hoje, fácil ouvir aos jovens: "Os políticos são todos uns corruptos..."
Repetem o que ouvem a seus pais, avós e, sobretudo, aos media.

De facto, os media não sabem - porque não investigam por não lhes dar rendimento - como é a vida no interior de um partido, as lógicas internas ou o "caminho das pedras" que percorrem durante os períodos de Oposição. 
As dificuldades financeiras, os vencimentos baixos dos funcionários, as reuniões e deslocações regulares - com despesas pagas do bolso dos militantes, não pelo partido - os fins-de-semana, serões e boa parte das férias sem a família e com pouco dinheiro...

Aos media será mais fácil, rápido e rentável, corromper quem detém informação privilegiada para conseguir paragonas sobre... a corrupção dos outros.

E nunca são incomodados, porque não se questionam ou ostracizam a si próprios, os políticos temem a imagem que os media montam sobre si e, a entidade reguladora - composta por gente com afinidades mediáticas - prima por uma ineficácia confrangedora.

O relativo poder da maioria de militantes, em Democracia, é compensação temporária por anos de entrega, sacrifício mesmo, em nome de princípios em que muitos, até acreditam.

Outros há, por serem toupeiras de sistemas ou amigos de dirigentes afirmando-se como independentes, pretendem - defendendo ocultos interesses exteriores - de um só golpe, num só momento, beneficiar tanto ou mais do que quem ao longo de muitos anos se dedicou à causa. 

Aparecem mesmo como ministros, sem serem eleitos, sem que alguém pergunte por que critério ou simplesmente, porquê foram estes os nomeados pelo PM?

Que Democracia é esta onde qualquer desconhecido da política pode ser, instantaneamente, ministro? 
Sem ser eleito, sem ter contributo público reconhecido, sem nunca ter sido visto ou ser votado num partido?

E de nada os acusa a consciência... nem aos media!

A visão da vida parece reduzir-se apenas à fornecida pela janela mediática...
As pessoas já não pensam, apenas olham...

Receio pelo futuro...












quinta-feira, 29 de dezembro de 2022

Lógicas de poder.

Sou, sempre fui, contra a hipocrisia direitista dos "job for the boys". Se alguém dá "tachos" aos seus rapazes e raparigas é o PSD. E de que modo... Lembro o BPN...

É da lógica partidária colocar no poder aqueles que democraticamente o conquistam e, estes, os seus correligionários. É assim que o sistema democrático funciona em qualquer parte do mundo!

Ninguém nomeia para trabalhar consigo, entender o seu objetivo político,  debater estratégias, aplicar e defender tácticas ou cumprir as suas ordens, adversários políticos ainda que "muito competentes", como a Oposição gosta de alcunhar os seus apaniguados.

Mas, uma coisa é colocar os nossos correligionários, que conhecemos há muito tempo, que construíram oposições conosco, cujas capacidades de trabalho, intervenção e interpretação reconhecemos. 

Outra, será colocar em lugares de destaque oportunistas - arrivistas, carreiristas ou amizades recentes em lugares que não merecem, que não lutaram por eles, com passados ​​desconhecidos e regra geral ocultos - em tempos alcunhados de independentes .

Pior ainda, será termos feito uma carreira "ao colo" de uma figura de proa, ganhar a sua confiança, herdar o lugar por ele conquistado e depois, ter o mau senso de conduzir ao poder -  sem conhecer minimamente o tipo de pessoa e ignorando o seu passado - alguém, apenas porque é amiga do respectivo conjuge...

Isto é de um desplante agressivo, contundente com a interpretação generalizada da Democracia no poder, um abastardamento individual do sistema, em claro proveito próprio.

Neste sistema Democrático, no Governo, apenas o primeiro-ministro tem a legitimidade do voto!

Ele tem de mostrar que manda e acabar com o sentimento de impunidade a quem, na sua sombra, não mostra espírito de disciplina, dedicação e humildade para servir a causa em que, através dele, a maioria dos cidadãos depositou o seu futuro.

António Costa deve dar um murro na mesa e mostrar quem manda, não tendo de contemporizar a sua autoridade com ambições alheias, por melhor que as entenda e lhe sejam próximas.



sábado, 21 de maio de 2022

Civilizado não é amedrontado!

 

A grande maioria, melhor, a quase totalidade de nós fomos educados para falar baixo em público, respeitar os mais velhos, o próximo...

Entre a minoria à qual não ensinaram ou rejeitou aprender estes conceitos básicos de vida em sociedade, estão os que tiram partido da sua pobre atitude social para, perante a alheia "limitação" educacional , tirar proveito disso.

Entre eles, os (as) que estacionam em segunda fila, as (os) que provocam engarrafamento na rua porque estão a entregar os filhos no colégio, os (as) que passam à frente da fila "só para fazer uma perguntinha..."

Alguém educado, não tem de ser passivo! Não é irritar-se em silêncio e deixar "espertos" levarem a sua avante. É, antes, levantar a voz e envergonhar publicamente o autor da incivilidade. 

Talvez da próxima, esta pessoa pense duas vezes, antes de voltar a minorar terceiros. Enquanto o incivilizado conseguir o que pretende pelo triunfo da sua marginalidade, não irá parar e tenderá a agravá-la.

A polícia de rua é, normalmente, inútil nestas situações. Como sabemos, só flagrantes delitos consubstanciando crime, merecem a atenção de agentes da autoridade... A grosseria, a má-criação, a falta de civismo são, na prática, intocáveis.

Mas pior. Este tipo de gente atropelando uns e outros, consegue ir longe na sociedade e mesmo na política. 

Demasiados são os casos conhecidos de indivíduos - sem visão paradigmática, política global estratégica ou meros planos parcelares para objectivos que alegam vir a conseguir - treparem rapidamente a lugares de decisão máxima. 

Regra geral, assumem um papel desafiador, exibindo voz emotiva e forte, dizendo ser capazes de resolver rapidamente o que o eleitorado menos esclarecido pensa ser fácil e possível embora, políticos conhecedores desses assuntos saberem ser demorado e difícil.

São exemplos, em Democracia: Trump, Bolsonaro, Cameron ou Boris Johnson. De ambições ávidas, foram triunfando pela indiferença da maioria e pela ignorante cumplicidade de outros.

Recorrem a argumentação básica, inspirada em insatisfação e receios publicitados pelos media, por intuírem ser esse o caminho mais rápido e fácil para obterem votos necessários para atingir o poder. 

Uma vez lá, nada conseguem...! 

O prometido muro a dividir o México dos EUA, a redução do crime no Brasil, a chantagem sobre a UE e as datas sistematicamente adiadas para o Brexit, são exemplos da incapacidade de cumprir promessas por estes indivíduos. Falham também em atitudes públicas expectáveis, exigíveis e dignas de políticos e em cumprir aspectos práticos da governação.

Como diria Edmund Burke: "Para triunfo do mal, basta a indiferença dos bons".

E é por esse comportamento envergonhado, silencioso, indiferente e submisso das maiorias com sensibilidade positiva, que grandes civilizações do passado soçobraram, permitindo a entrada de novos poderes regra geral trauliteiros, vazios de ideias e visão de futuro. 

Seguiram-se 1.000 anos de Idade Média!...

Democracia ganha-se todos os dias. Actuar para manter a sua dinâmica, a sua mais-valia, a superior qualidade de vida dos seus cidadãos, é tarefa diária.


De todos!




Onde se vive melhor...

... este é o critério  único  que, em minha opinião, deve servir para comparar os sistemas políticos vigentes - há mais de vinte anos - en...