Defesa da Democracia:
O Dever de Resistir
Os ataques abertos ao espírito democrático — por quem conhece bem o abismo das teocracias e ditaduras — impõem-nos um dever inadiável:
Defender a liberdade a qualquer preço.
É revigorante ver adversários históricos unidos num propósito comum: salvaguardar o modelo de sociedade mais avançado que a humanidade já construiu.
A Anatomia da Tirania
O desespero do aspirante a ditador manifesta-se em palavras que ferem como pedras, discursos corrosivos e perdão ultrajante a criminosos.
É a barbárie institucionalizada!
Agentes encapuzados atuando contra populações civis sob o olhar complacente do poder.
Quando a impotência se disfarça em justificação intelectual para chefes de estado e militares, o caminho ficou livre para a maior das monstruosidades: Um mundo é governado por um psicopata legitimado por voto popular de 2,7 milhões que podem dominar 8 biliões de pessoas
O Voto do Despeito
Que povo elege a loucura?
Um povo intelectualmente desprotegido, que encontra no caos a resposta para as falhas de um sistema que tudo prometeu e entregou o vazio.
Foram décadas de promessas quebradas: sem saúde, sem educação, sem dignidade na velhice.
Enquanto a opulência dos bilionários floresce, o desemprego desespera as maiorias.
O povo, negligenciado pelas elites que juraram servi-lo, elegeu agora o manifesto do seu próprio despeito.
O Caminho da Reconstrução
Mas cuidado: destruir o sistema não cura o mal; apenas abre as portas a mais anarquia, onde prospera.
O caminho não é a demolição, mas a refundação.
É preciso avaliar, substituir, limitar poderes e assegurar direitos.
O mundo, com toda a sua complexidade, ficará ingovernável se as únicas ferramentas forem o ódio e a demência.
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