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quarta-feira, 15 de abril de 2026

As atitudes de um louco que acordam o mundo!


A análise da postura externa e de segurança de Donald Trump sugere que o recurso à força desmedida e a retórica da aniquilação não é apenas uma escolha tática, mas uma resposta estratégica proporcional à magnitude das ameaças contemporâneas. 

No que diz respeito ao regime teocrático do Irão, a lógica da "pressão máxima" assenta no princípio de que a contenção diplomática convencional falhou em travar a expansão nuclear e o financiamento do terrorismo regional. 

Ao mobilizar arsenais convencionais e manter a dissuasão nuclear como uma possibilidade real, a estratégia visa desestabilizar a confiança do regime, forçando-o a um recuo que sanções económicas, por si só, nunca conseguiram garantir. 

Ao evocar o "Holocausto no Médio Oriente" anunciado pelo Irão - o seu enorme arsenal, a sua insistência no nuclear, o seu contra-ataque a países muçulmanos - tal funciona como mecanismo de choque, eliminando a ambiguidade dialética e estabelece linhas vermelhas claras que os adversários temem cruzar.


​Paralelamente, a abordagem brutal no combate ao narcotráfico global parte da premissa de que os cartéis e as redes de distribuição de fentanil operam como organizações paramilitares que corroendo minam a soberania das nações. 

A militarização desta luta e o uso de armamento de ponta são vistos, nesta ótica, como as únicas ferramentas capazes de desmantelar infraestruturas as quais, visivelmente, se tornaram demasiado poderosas para forças policiais comuns. 

A visão aqui defendida é a de que problemas existenciais — como a erosão social causada pela droga e a ameaça existencial de uma teocracia nuclear — exigem soluções que ultrapassam os limites da política tradicional. 

É a aplicação do realismo político levado ao extremo, por razões de solidariedade e sobrevivência: num mundo onde o caos se propaga, a projeção de um poder militar avassalador e a vontade de o utilizar surgem como os únicos pilares capazes de restaurar a ordem e garantir a sobrevivência das democracias ocidentais perante inimigos que não reconhecem as regras da ordem internacional.


domingo, 15 de outubro de 2023

ISRAEL


Há uma semana que, durante 24h/dia, apenas ouço e vejo noticiários sobre o ataque do Hamas a Israel.

Acabou, noticiosamente, a guerra na Ucrânia.

A (i)lógica mediática é sempre mais bombas, mais mortes e mais sangue...

Ninguém certamente terá ouvido nos media, até agora, os termos civilização, fanatismo ou teocracia.

Porque são importantes?

Civilização porque o que está em causa é um confronto entre uma civilização avançada e outra primária.

Fanatismo porque, função do seu primitivismo, o confronto é iniciado e apoiado por crentes na razão e protecção divina, frente a uma imensa superioridade bélica.

Teocracia por ser uma Ditadura religiosa que justifica a loucura abençoando a guerra, a morte e o sacrifício pela "causa".

A distância civilizacional - criada pela natureza entre povos a Norte possibilitando-lhes avanços tecnológicos, enquanto estagnava o "modus vivendi" a Sul - produziu ao longo da História de um lado, Estados Democráticos no outro, Ditaduras sob diferentes formas, destacando-se nestas as teocracias, as piores, que culpam os seus povos do atraso óbvio por:

- Não cumprirem rigorosamente as leis do seu Deus.
- Os povos do Norte roubarem os seus recursos naturais embora, os seus ditadores ostentem bens e atitudes luxuosas, fortemente denunciantes do oposto...

Este o quadro geral da situação actual no Médio Oriente.

Há, desde 1948, uma incursão das Democracias num  "santuário" de Ditaduras.
Foi então introduzido um "perigo": o da contaminação positiva no Médio Oriente. 

Esta a razão de Israel ter de desaparecer da face da Terra!

Os militares israelitas vão, em breve, sacrificar-se pela sobrevivência do seu Povo, Pátria e Democracia!

Por estes valores estou, absolutamente, com eles!








quarta-feira, 23 de agosto de 2023

Qual o melhor regime político?

Apesar dos bons resultados exibidos pelo regime democrático na qualidade de vida proporcionada às suas populações, há opiniões que tendem a pôr em causa essa evidência:
Sugerem objeções, erros, criam críticas gerais por motivos menores...

As questões serão: 

- Onde há populações vivendo com mais disponibilidades de formação, informação e financeiras do que no regime democrático?
- Para onde se dirigem os milhares de imigrantes clandestinos ou não, oriundos de outros regimes?

Sabemos que existem regimes que se apelidam de democráticos porém, pouco mais são do que ditaduras disfarçadas.

Democracias, apesar de algumas limitações, serão as da UE, USA, Canadá, Coreia do Sul, Japão, Austrália, Israel e Brasil.

Os restantes países sejam Ditaduras, Teocracias, Monarquias absolutistas ou Narcoestados, mantêm as suas populações dominadas sob limitações de informação, armas e propaganda.

Perante esta evidência sobre a qualidade de vida das populações, permito-me perguntar: 

Quem pagará a quem, para salientar negatividades às democracias, não falando ou conscientemente deturpando as óbvias de outros regimes?




quarta-feira, 2 de março de 2022

Democracia versus Oligarquia, Teocracia...

 

Continuamos e continuaremos a assistir à resistência das várias tiranias da História ao avanço da Democracia.

Aos autocratas, o interesse comum só importa enquanto lhes permite continuar a enriquecer. De facto, tornam-se insensíveis aos direitos de subsistência dos povos que manipulam, enquanto vorazes, saqueiam riquezas nacionais. Não são raras as vezes que promovem quezílias regionais, culpando vizinhos, visando distrair as atenções dos seus nacionais, permitindo-lhes manter o poder.

Esses povos têm, por isso, os piores índices de qualidades de vida.

Já as democracias não promovem ódios entre estados e têm o poder político minimamente controlado e refrescado. Estes sistemas promovem entendimento regional, as sinergias e criam plataformas de mútuo apoio económico internacional. 

Como resultado, os povos que praticam a Democracia detêm os melhores valores de qualidade de vida.

Por isto, a proximidade da Democracia a qualquer regime autocrático é perigosa para este. É necessário criar "razões" para a manter afastada, para a cleptocracia institucional não ser perturbada.

E será esta, e apenas esta, a real razão para a criação de "estados-tampão".

Pátrias, nacionalismos, racismos, autodeterminações e afins, são apenas "cortinas de fumo" da História.




A esquerda é, acreditem, corrupta!

​Estou exausto de observar como a narrativa mediática dominante — estruturalmente dependente de grandes grupos económicos e financeiros — ...