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domingo, 7 de dezembro de 2025

As vozes portuguesas da União Soviética...



Falo com o à-vontade de quem - ao contrário dos mediáticos maj.generais Agostinho Costa e Carlos Branco - foi incorporado no exército português para a guerra colonial e viveu o 25/04/1974, 28/09/74, 11/03/75 e o 25/11/75. 

Terei ouvido explodir mais granadas que qualquer desses dois senhores, que fizeram carreira militar em tempos de paz e hoje são generais...

Após o 25/04 escutei os arautos comunistas, com todas as declarações de defesa dos trabalhadores, o cerco à Assembleia da República, o companheiro Vasco, o Rosa Coutinho, a unicidade sindical, a defesa desse herói soviético, Álvaro Cunhal, que classificou a URSS como o "sol do universo"...

As tácticas para formatação da cabeça dos cidadãos - contando com o desconhecimento histórico passados 50 anos - por quintas colunas soviéticas eram, exctamente, as mesmas que hoje Agostinho e Branco aplicam.

Outro herói soviético, Vladimir Putin, oficial do KGB, mais tarde FSB, mais tarde - 1999 - indicado pelo alcoólico presidente da Rússia Boris Ieltsin, sem ninguém perceber porquê, para o suceder.

Entre 1989 e 1999 passaram apenas 10 anos. 

Putin dedicou-se a retomar os pagamentos que a URSS fazia aos partidos comunistas e demais apaniguados ocidentais e, assassinando e defenestrando opositores, gizou a retoma do império bolchevique retomando a Geórgia, 2008, Crimeia, 2014 e em 2022 ataca a Ucrânia.

Azar: Zelensky derrota "o 2° maior exército do mundo" de forma humilhante, e o derrotado deriva para sul onde, 4 anos depois, mantém a agressão, incapaz de avançar para Kiiv.

Agora Putin tenta, com o apoio de Krasnov, conseguir o que o "segundo exército de mundo" não consegue.

A Europa tem de caminhar rapidamente para uma Federação. 

Um só Estado, uma só bandeira, um só exército!

Os interesses financeiros das elites nacionalistas têm de desaparecer!



English

I speak with the ease of someone who – unlike the media-savvy Major Generals Agostinho Costa and Carlos Branco – was drafted into the Portuguese army for the colonial war and lived through the events of April 25, 1974, September 28, 1974, March 11, 1975, and November 25, 1975.

I must have heard more grenades explode than either of those two gentlemen who made military careers in peacetime and are now generals...

After April 25th, I listened to the communist heralds, with all their pronouncements defending the workers, the siege of the Assembly of the Republic, comrade Vasco, Rosa Coutinho, the unified trade union system, the defense of that Soviet hero, Álvaro Cunhal, who described the USSR as the "sun of the universe"...

The tactics for shaping the minds of citizens – taking advantage of the historical ignorance of the past 50 years – by Soviet fifth columns were exactly the same ones that Agostinho and Branco apply today.

Another Soviet hero, Vladimir Putin, a KGB officer, then FSB, later – in 1999 – nominated by the alcoholic president of Russia, Boris Yeltsin, without anyone understanding why, to succeed him.

Only 10 years passed between 1989 and 1999.

Putin dedicated himself to resuming payments that the USSR made to communist parties and other Western cronies, and, by assassinating and defenestrating opponents, he orchestrated the resumption of the Bolshevik empire, retaking Georgia in 2008, Crimea in 2014, and in 2022 attacking Ukraine.

Unfortunately: Zelensky humiliatingly defeats "the second largest army in the world," and the defeated force retreats south where, four years later, it maintains its aggression, unable to advance towards Kyiv.

Now Putin, with Krasnov's support, is trying to achieve what the "second largest army in the world" cannot.

Europe must move rapidly towards a Federation.

One state, one flag, one army!

The financial interests of the nationalist elites must disappear!



segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

Uma "jangada" à deriva chamada USA!

Só a alguém muito desatento lhe poderá escapar a inevitável comparação entre os USA de hoje e a URSS de 1920-1989, com o "O comunismo de guerra" e a "Nova política económica" de Lenine/Estaline.

São, precisamente, o mesmo!

Potências que se isolam do resto do mundo alegadamente pelos melhores motivos, mas que facilmente se veem serem os piores para elas.

A ilha económica que a URSS construiu, descambou numa implosão económica confirmada por Gorbachov, agora negada pelo KGB/MSB, Putin.

Na minha opinião, os USA deveriam ser a última potência a desejar a deflação. 
O dollar, considerando que TODAS as transações mundiais de petróleo são efectudas nessa moeda e, caso passem a ser efectuadas noutra moeda, que poderá acontecer à economia dos EUA onde todos esses petrodollars retornarão? 
Saddam Husein tentou-o num dia. No dia seguinte, o Iraque foi invadido...!

A ilha de Trump será uma jangada de pedra...!

Além do mais, pouco exportando - face às barreiras fiscais de retribuição por outros países, somadas ao vazio de mão-de-obra barata interna - como será controlável a inflação, com o aumento de custos provocado pela substituição de mão-de-obra estrangeira pela americana, com salários mínimos de 15$/h, quase quádruplos dos europeus, e apenas para consumo interno?

Trump é apenas um ditador: Promessas de grandeza a qualquer custo!
E uma corja subserviente a dizer que sim...

 Quando terminar o seu mandato - se lá chegar - os EUA estarão como a URSS e a trocas comerciais prosseguirão, apesar de, os EUA não serem parte delas.

MAGA (Make America Great Again) será, de facto, MASTE (Make America Smaller Than Ever)...

(Repasse, p. fv.)






sexta-feira, 25 de março de 2022

Putin - a faca da URSS no futuro.

 Quando é tida como patriótica a espionagem, a infiltração, mesmo o assassínio de alguém por um elemento dos chamados serviços secretos (intelligence) do país interessado em tal serviço, estamos a tornar positivas algumas das mais perturbadoras situações para uma evolução positiva entre estados.

Claro que os agentes - a CIA, Agência de espionagem dos USA, apelida de "assets" -  de tais "contributos" nacionalistas estão dogmatizados para o elevado valor dos seus actos em prol da causa que os motivou, treinou e submeteu.

Nestes processos, os estados também estão a possibilitar o desvio de actuação desses "assets" - ao fornecer-lhes as técnicas mais avançadas conhecidas - para objectivos pessoais ou de grupo.

Putin era um espião do KGB soviético. 

Treinado para a "arte" em defesa de uma causa, lógica e objectivo, há muito, ultrapassados, condenados pela prática, desprezados por quase todos a eles submetidos durante setenta anos. 

Em Putin, o KGB soviético terá injectado conceitos, tácticas e métodos para proteger e ampliar esse sistema abjecto bem como, se necessário, morrer em defesa dele. 


Todos recordamos as exibições públicas de alcoolismo de Boris Yeltsin, primeiro presidente da Rússia após a queda da União Soviética. Fácil será admitir, por parte dele, outros comportamentos indevidos em privado. 

Putin foi chefe do KGB, agora, FSB nova sigla dada ao antigo KGB (única alteração conhecida nessa agência até 2006). É interessante ver o que acontece ao FSB após essa data*. Parece uma inevitabilidade que Putin tenha mandado filmar Yeltsin em situações comprometedoras.

Em 1999, Yeltsin "escolhe" Putin para primeiro-ministro da Rússia.

Resumindo: A Rússia é, há 23 anos, governada por um ex-espião, formatado pela URSS para defesa dos seus - tenebrosos - interesses.

*https://www.publict/2006/12/13/jornal/o-fsb-e-agora-mais-poderoso-que-o-kgb-112051

Onde se vive melhor...

... este é o critério  único  que, em minha opinião, deve servir para comparar os sistemas políticos vigentes - há mais de vinte anos - en...