Convém pensarmos... enquanto existimos...:
Como foi possível permitir que um sociopata, alegado pedófilo, alegado autor de fraudes financeiras, alegado amigo íntimo de um criminoso sexual e, apesar dos controlos democráticos tradicionais, ser eleito presidente e comandante chefe do exército mais poderoso do mundo?
Qual o mecanismo democrático que poderia ter travado este alto risco global de guerra, descalabro económico, cleptocracia, nepotismo e amiguismo?
Como pode uma percentagem residual - no caso americano 1,62% de eleitores republicanos a mais do que democratas - decidir sobre os destinos do mundo?
Particularmente, se há conhecimento estatístico de que a maioria se baseia em eleitores com menos escolaridade, menos conhecimento económico interno e menos sensibilidade para movimentos internacionais?
Democracia tem de, na sua definição, OBRIGAR a mecanismos severos para filtrar votos institivos e votos ponderados, premiando estes em detrimento dos outros!
Se sobrevivermos a Trump...
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