sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

O efeito "Polígrafo"!

Para se recordar o impacto do teste do polígrafo, perguntei ao Gemini qual dos 3 procuradores do Ministério Público, na fase de instrução da "Operação Marquês", RECUSOU ser interrogado por um polígrafo.

Eis o que o Gemini respondeu:

"O procurador que protagonizou esse episódio foi Rosário Teixeira, o principal magistrado do Ministério Público na fase de inquérito da Operação Marquês.

O incidente ocorreu em 2015, após o jornal Correio da Manhã ter publicado detalhes de um interrogatório a José Sócrates que ainda se encontrava sob segredo de justiça. 
Perante as suspeitas e críticas sobre a origem das fugas de informação para a comunicação social, a defesa de José Sócrates desafiou os três procuradores da equipa de investigação — Rosário Teixeira, Vítor Pinto e Gilberto de Melo — a submeterem-se ao teste do polígrafo para provar que não tinham sido eles a filtrar a informação.

Detalhes do Caso:
 * O Desafio: A defesa de Sócrates sugeriu o polígrafo como forma de os magistrados "limparem a sua honra" e provarem a sua inocência quanto às fugas de informação.

 * A Recusa: Rosário Teixeira recusou formalmente o teste, classificando a proposta como um "absurdo" e uma tentativa de "espetáculo mediático". 

O Ministério Público defendeu que os procuradores estavam sujeitos a deveres de reserva e que não tinham de provar a sua integridade através de métodos não previstos na lei para magistrados. 

(E assim "o sistema" protege os seus de suspeitas.)

Contexto: 

Na altura, as fugas de informação eram constantes, e o Correio da Manhã (e a CMTV) publicavam quase diariamente detalhes que apenas constavam nos autos, o que levou a uma guerra jurídica intensa sobre a violação do segredo de justiça.

Atualmente, o cenário mudou e a equipa de julgamento (iniciado em 2025) é composta por outros magistrados, como Rómulo Mateus, Rui Real, Nadine Xarope e, mais recentemente, Hugo Neto."

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